Scooby Natural – A História de Supernatural até a 13ª Temporada - NoSet
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Scooby Natural – A História de Supernatural até a 13ª Temporada

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje vamos falar de Supernatural, uma série de terror e humor norte-americana em sua 13ª temporada criada por Eric Kripke e produzida pela Warner Bros. Television em parceria com a Wonderland Sound and Vision, que estreou em 13 de setembro de 2005 na The WB Television Network e depois tornou-se parte da programação da The CW Television Network. A série narra à história de dois irmãos, Sam Winchester e Dean Winchester, interpretados respectivamente por Jared Padalecki e Jensen Ackles, que caçam demônios, fantasmas, monstros e outras criaturas sobrenaturais no mundo.

Supernatural: 13a Temporada.

Criador Eric Kripke, elenco Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins e Mark Sheppard, tema clássico de abertura “Carry On My Wayward Son” originalmente por Kansas, iniciado em 13 de setembro de 2005 e está na sua 12ª temporada em 2016.

Sinopse:

A série narra à história de dois irmãos, Sam Winchester e Dean Winchester, interpretados respectivamente por Jared Padalecki e Jensen Ackles, que caçam demônios, fantasmas, monstros e outras criaturas sobrenaturais no mundo. Kripke estava desenvolvendo Supernatural há quase dez anos; na sua ideia original, os Winchesters não existiam, a história baseava-se em jornalistas que relatava em suas notícias acontecimentos sobrenaturais. Como a The WB, emissora original do programa, não aprovou a ideia, Kripke reformulou o conceito da série e teve a aprovação. Os produtores executivos originais são Kripke, McG e Robert Singer. As filmagens da série ocorrem em Vancouver, no estado da Colúmbia Britânica, no Canadá. Seu episódio piloto foi visto por mais de 5,69 milhões de telespectadores, e o índice de audiência dos quatro primeiros episódios levou ao canal The WB produzir uma primeira temporada completa de 22 episódios. Originalmente, Kripke planejou a série para três temporadas, mas posteriormente expandiu para cinco. A quinta temporada, que estreou em 10 de setembro de 2009, encerrou o enredo principal da série; no entanto, devido ao aumento da audiência das quarta e quinta temporadas, a The CW decidiu continuar a exibição de Supernatural. A série está atualmente exibindo a sua décima temporada, que estreou no dia 7 de outubro de 2014. A série foi renovada para uma décima primeira temporada no dia 11 de janeiro de 2015. Antes de levar Supernatural para a televisão, o criador Eric Kripke tinha desenvolvido a série durante quase dez anos, tendo sido fascinado por lendas urbanas desde que era criança. Apesar de ter pensado em Supernatural como um filme, passou anos tentando vender a ideia num formato de série de televisão. O conceito passou por várias fases antes de se tornar no produto final, e mudou de uma antologia sobre o paranormal para um grupo de jornalistas que viajavam pelo país numa van “lutando contra demônios em busca da verdade”. Kripke queria que fosse uma série na estrada por achar que essa era “a melhor forma de contar essas histórias porque é puro, despojado e incomparavelmente americano. Estas histórias existem em várias pequenas cidades espalhadas por todo o país, e faz muito mais sentido chegar e ir embora destas histórias dirigindo”. Devido ao fato de já ter trabalhado anteriormente com a WB com a série Tarzan, Kripke teve a oportunidade de propor ideias de programas ao canal, e aproveitou a oportunidade para Supernatural. Porém, o canal não gostou da sua ideia dos jornalistas, por isso Kripke decidiu que os personagens principais eram dois irmãos, e que eles são de Lawrence, no Kansas, devido à proximidade da cidade ao Stull Cemetery, um local famoso por suas lendas urbanas. Quanto ao nome que daria aos protagonistas, Kripke decidiu que se chamariam “Sal” e “Dean” como homenagem ao romance On the Road, de Jack Kerouac. Contudo, achou que “Sal” não era o melhor nome para um personagem principal e mudou-o para “Sam”. Originalmente, o último nome dos irmãos seria “Harrison” para fazer referência ao ator Harrison Ford, visto que Kripke queria que Dean tivesse “a presunção ousada e imprudente de Han Solo”. Porém, havia um Sam Harrison que morava no Kansas, por isso o nome teve de ser mudado por razões legais. Para combinar o seu interesse na Winchester Mystery House e o seu desejo de dar um aspeto de “Western moderno” à série, Kripke deu-lhes o sobrenome de “Winchester”. Contudo, também isto criou um problema. O nome original do pai de Sam e Dean era “Jack” e também havia um Jack Winchester no Kansas, o que forçou Kripke a mudar o nome do personagem para “John”. “Dizemos que é um western americano moderno – dois pistoleiros que chegam à cidade, lutam contra os maus, beijam a moça e vão-se embora com o pôr-do-sol. E sempre dissemos, desde o princípio que, se íamos ter cowboys, tínhamos de lhes dar um cavalo confiável.” Quando era mais jovem, Kripke gostava de ver séries em que o carro era um símbolo da mesma, como é o caso de The Dukes of Hazzard e Knight Rider. Isto levou-o a incluir um em Supernatural. Originalmente queria que o carro fosse um Mustang de 65, mas o seu vizinho convenceu-o a mudá-lo para um Impala de 67, uma vez que “você não pode colocar um cadáver no porta-malas” e porque “queria um carro que, quando para em um sinal, faça as pessoas trancar as portas”. Kripke disse, “É o Rottweiler dos carros, e eu penso que isso dá mais autenticidade aos fãs de carros por causa disso, porque não é um carro bonito. É um carro agressivo, musculoso, e eu acho que é a isso que as pessoas reagem, porque se encaixa tão bem no tom do nosso programa”. Kripke já tinha apresentado a série para Peter Johnson, um produtor executivo da Fox, e quando ele passou a ser presidente da Wonderland Sound and Vision, contratou Kripke. Pouco depois, Johnson envolveu-se no programa como coprodutor executivo, juntamente com McG, e a empresa de produção comprometeu-se a fazer o episódio piloto. Porém, antes do piloto começar a ser filmado, alguns problemas com o roteiro precisavam ser resolvidos. Originalmente, os irmãos não foram criados por seu pai, mas sim pelos seus tios. Assim, quando Dean pedia a ajuda de Sam no episódio piloto, tinha que convencer seu irmão sobre a existência do sobrenatural. Contudo, Kripke percebeu que desta forma o passado dos personagens principais teria sido muito complicado, e reescreveu o roteiro junto com Johnson de forma a que o pai de Sam e Dean os tivesse criado para serem caçadores. O roteiro passou por várias revisões. Uma das ideias originais era a de Jessica, namorada de Sam, ser na verdade um demônio e que tal revelação levaria Sam a juntar-se a Dean na sua viagem; contudo, Kripke achava que era mais apropriado que a motivação de Sam fosse a morte de Jessica, por isso decidiu matá-la da mesma forma que matou a mãe dos irmãos. Outro dos conceitos revistos foi o de Sam pensar que Dean era um assassino em série que matou o seu pai e seria este quem morreria em vez de Jessica. As filmagens do episódio piloto receberam luz verde após o diretor David Nutter, que já tinha trabalhado com Kripke em Tarzan, ter-se juntado ao projeto. Quando o canal comprou a série completa, o estúdio contratou Robert Singer para produtor executivo uma vez que queriam que Kripke trabalhasse com alguém com experiência. O coprodutor executivo, John Shiban, também foi contratado para a ajudar a desenvolver a mitologia da série devido ao seu trabalho em Arquivo X (The X-Files). Kripke tinha um plano da mitologia para três temporadas, mas mais tarde expandiu-o para cinco e esperava terminar a série em alta.

Os Irmãos Wincherster:

Para interpretar os dois personagens protagonistas de Supernatural, os irmãos Sam e Dean Winchester, a escolha deu-se aos atores Jared Padalecki e Jensen Ackles, respectivamente. Kripke queria o mais semelhante o possível a Luke Skywalker e Han Solo de Star Wars.  Padalecki conhecia os produtores executivos McG e David Nutter, os primeiros a convencê-lo para fazer um teste para o papel de Sam. O ator tornou-se interessado no papel graças ao seu gosto por séries de terror, como Arquivo X (The X-Files) e Além da Imaginação (Twilight Zone), que ele achou semelhante a Supernatural. Ele também estava animado para interpretar “o herói relutante”, comparando Sam a personagens como Neo de Matrix e Luke Skywalker de Star Wars. Ackles foi originalmente convidado por Nutter para fazer um teste para o papel de Sam, mas o ator preferiu o personagem de Dean após ler o roteiro. A equipe da primeira temporada consistiu de Kripke e outros cinco roteiristas, que ajudaram especialmente na pesquisa de lendas urbanas. O tom da série foi muito influenciado por filmes como Poltergeist, onde os eventos paranormais ocorrem em um ambiente familiar ao invés de uma localização remota, Evil Dead II e Um Lobisomem Americano em Londres, onde, além do sobrenatural, há também uma boa dose de comédia. Comentando sobre o primeiro filme, Kripke acrescentou: “É a ideia de que o terror pode acontecer em seu próprio quintal. Quantos espectadores estão preocupados com um vampiro em um castelo abandonado?” Outras influências incluem The Two Sisters os filmes de terror asiáticos The Eye, Ju-on e Ringu. A partir da quarta temporada, com a introdução da mitologia cristã na trama, Kripke disse que se inspirou no poema épico Paraíso Perdido, de John Milton. Kripke inicialmente não queria anjos para ser destaque em Supernatural, acreditando que Deus operou através de caçadores em vez de anjos. No entanto, com tantos vilões demoníacos, ele e os roteiristas mudaram de idéia quando perceberam que a série precisava de anjos para criar uma “batalha cósmica”. Como Kripke disse, “Nós tivemos o império, mas nós realmente não temos a rebelião”. Kripke sempre quis ter uma história com poucos personagens centrais, mas com grandes batalhas no fundo, comparável a Star Wars e O Senhor dos Anéis, e a introdução de anjos permitia isso a Supernatural. Kripke descobriu que abriu muitas novas histórias. “Sempre foi uma série sobre a família, muito mais do que qualquer outra coisa. A mitologia é apenas um motor para levantar questões sobre a família. Um irmão mais velho cuidando de um irmão mais novo, querendo saber se você tem que matar a pessoa que você mais ama, a lealdade familiar contra a obrigação da família bem maior, em comparação com a felicidade pessoal”. De acordo com Kripke, o objetivo original de Supernatural era concentrar-se apenas nos monstros semanais, com Sam e Dean sendo o único denominador comum em uma série de curtas-metragens de terror. Seu único desejo era apenas “assustar as pessoas a fundo”. No entanto, em alguns episódios, Kripke e o produtor executivo Bob Singer perceberam a química na tela entre Jared Padalecki e Jensen Ackles. Essa revelação causou uma mudança na série, focando mais os irmãos que os próprios monstros, baseando o monstro semanal em torno do enredo que queriam para os Winchesters. Segundo Kripke, “às vezes nós nem sequer temos o monstro até a maneira no final do intervalo, porque é mais importante focar os irmãos e a tensão e a ansiedade criada entre eles”. Ao contrário de séries com a “mitologia infinita”, como Lost, Kripke preferiu manter a mitologia de Supernatural simples, dizendo: “É tão difícil ir temporada após temporada, com um mistério e, em seguida, fornecer uma resposta que vai ser satisfatória.” Ele optou ter a estrutura da série como o dos primeiros episódios de Arquivo X (The X-Files), com episódios da mitologia baseada em propagação através de muitos episódios de autoincluído-Supernatural geralmente com três episódios de autofechado seguido por um episódio de mitologia. Com este formato, os telespectadores não precisam ter conhecimento prévio da mitologia, “podendo começar a acompanhar a série a qualquer momento”. Embora o episódio piloto tenha sido filmado em Los Angeles, as filmagens principais tem lugar em Vancouver, na Columbia Britânica. Assim, as filmagens em locação geralmente ocorrem na área. O episódio “Dead in the Water” foi filmado no lago Buntzen, e as cenas finais do episódio “Simon Said” foram filmados na barragem Cleveland. Outros locais utilizados em Supernatural são muitas vezes reutilizados duas ou três vezes, com o departamento de arte fazendo alterações para dissimular isso. O parque Heritage em Burnaby tem sido usado como um cemitério no episódio “Red Sky at Morning”, e como a localização da casa do pão de gengibre no episódio “Bedtime Stories”. Além disso, o hospital Riverview em Coquitlam tem servido muitos cenários para a série, incluindo um asilo no episódio “Asylum”, um hospital no episódio “In My Time of Dying”, e uma prisão no episódio “Folsom Prison Blues”. Por causa dos episódios ocorrerem geralmente no meio do nada, as filmagens realizam-se muitas vezes em uma antiga base militar. Depois de ter sido fechada por anos, os edifícios foram removidos, deixando apenas as estradas em que conjuntos são erguidos, como para cenas em encruzilhadas.

O Rock n Rokk na Série:

A série apresenta uma síntese de incisão orquestral, apesar dos instrumentos reais, como violões e violoncelos serem usados raramente. Ao contrário de outros programas de televisão, Supernatural apresenta dois compositores: Christopher Lennertz e Jay Gruska. Eles escrevem temas para os seus próprios episódios e personagens e, trabalham um com o outro se há sobreposição entre os episódios. Enquanto canções originais são usadas em todos os episódios, um outro aspecto importante da série é o “Rock Clássico”, que o criador Eric Kripke ameaçou encerrar por conta do elevado preço para adquirir direitos autorais. A maioria das canções é da coleção particular de Kripke, e uma de suas bandas favoritas, o Led Zeppelin, seja muito caro para usar, optou-se por bandas como Blue Öyster Cult e AC/DC, em mais de uma ocasião e Bon Jovi em apenas uma ocasião. Várias músicas são normalmente utilizadas ao longo de cada episódio, embora Kripke prefira manter uma linha fina entre a orquestra e as canções utilizadas. Por vezes Lennertz e Gruska são obrigados a escrever seções curtas de Rock para preencher lacunas de quinze a vinte segundos, devido ao alto custo para adquirir direitos autorais de músicas. Normalmente, no último episódio de cada temporada, a música “Carry On Wayward Son”, de Kansas, é tocada no início.

Supernatural: O Anime

Para os Fãs mais ardorosos, não é a primeira vez que a dupla Winchester entra no mundo das animações.  Produzido pela Warner Bros, feito no estúdio de animação japonêsa Madhouse e realizado por  Shigeyuki Miya e Atsuko Ishizuka, Supernatural: The Animation tem a primeira temporada do anime com 22 episódios e a  história abrange as primeiras duas temporadas da série principal, mas também incluem algum material original que explora a infância dos Winchester e o desenvolvimento de algumas personagens secundárias. Muitos personagens estão irreconhecíveis, outras não como os irmãos. O ator Jared Padalecki empresta em todo o anime sua voz ao personagem que interpreta na série principal, Sam Winchester, enquanto que Jensen Ackles, devido a falta de agenda, o faz nos últimos dois episódios. Nos restantes é o ator Andrew Farrar quem dá a voz a Dean. Interessantíssimo material, se você já é fã da série, principalmente também de Animes. A Série abusa de posições de foco e “câmeras” a onde na série real não é possível ser feito. Divirta-se com a quantidade de sangue, reflexos nos olhos e brilhos típicos da cultura japonesa. Pena que cada capítulo dure apenas 20 minutos e não 40 como no seriado.

Crítica: Supernatural é aquela típica série sem fim, já falamos e tivemos de tudo um pouco, vampiros, lobisomens, fantasmas, deuses, anjos, demônios, céu e inferno, e agora inventa roteiros com opiniões de fãs que dizem o que querem ver na nova temporada através de encontros e sites para manter alto sua visualização na tv e manter patrocinadores felizes. São vários esses encontros com entrevistas e shows da Banda de Jensen Ackles, ou o charme dos longos cabelos de Jared Pedeleck, que deixam os fãs ardorosos. É inteligente, e com isso, mantém o alto nível de audiência, dificilmente decepcionando os fãs e enchendo a série de easter eggs, inclusive com The Walking Dead, ao lembrar a arma preferida de John Wincherter, Jeffrey Dean Morgan, um bastão de beisebol cheio de pregos. Nesta temporada, a serie trouxe dimensões paralelas como tópico, mas com isso um Cross Over genial e bem original, com A Turma Mistério em um caso que desmitifica o mundo perfeito da Hanna Barbera. Simplesmente fantástico a relação entre os casos e as piadas fizeram um capítulo divertido para todos, Voltando a série, depois da saída de Mark Shepard (Crowley) e o retorno de Jim Beaver (Bobby Singer), Mark Pelegrino (Lucifer) e Misha Collins (Castiel) desanimaram esse programa que parece não ter fim na criatividade de ter 13 temporadas no currículo e uma audiência que dá inveja. Além disso já tivemos o desafio de Stephen Amell (Arrow) para um Cross entre as séries, lembrando que ambas pertencem a mesma emissora de TV, The CW. A novidade desses cross deu nova vida e veio bem vinda, apesar de alguns narizes torcidos. O marketing da The CW, já acostumada a esses encontros com a DC, sobre o cross de Supernatural e Scooby, foi fanstástico e uma pena que se limitou apenas ao mundo do desenho animados da Hanna Barbera e não dois capítulos trazendo-os ao mundo real também.

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