Whiplash – Em Busca da Perfeição de Damien Chazelle (2014):

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e fá deste filme que aplaudi de pé.

Whiplash – Em Busca da Perfeição (2014):

Direção e roteiro Damien Chazelle, produção Jason Blum, Helen Estabrook, Michel Litvak e David Lancaster. Pprodução Sierra Affinity, Bold Films, BH Productions e Right of Way Films. Elenco Miles Teller, J. K. Simmons, Paul Reiser, Melissa Benoist, Austin Stowell, Nate Lang, Chris Mulkey e Damon Gupton. Damien Chazelle, nascido em  Providence, 19 de janeiro de 1985, é um cineasta e roteirista americano. Estreou sua carreira em 2009, com Guy and Madeline on a Park Bench, e teve seu primeiro destaque internacional em Whiplash, filme esse que teve cinco indicações ao Oscar 2015. Em 2016 estreou o seu novo projeto La La Land, escrito e realizado por ele mesmo. O filme foi um sucesso e ganhou sete prêmios no Golden Globes 2017, Melhor Roteiro e Melhor Diretor para Damien. Foi indicado a sete Oscar 2017, como exemplo a melhor diretor e melhor roteiro por La La Land.

Sinopse: Terence Fletcher é professor do conservatório extremamente exigente com seus alunos e está a procura de músicos para a banda da escola. Recruta Andrew, que ainda é baterista reserva em sua turma. Caravan e Whiplash são as principais composições ensaiadas pela banda. Porém os métodos duros de Fletcher podem ser demais para Andrew. Andrew Neiman é um jovem e ambicioso baterista de jazz, cujo único objetivo na vida é chegar ao topo do seu conservatório de música com o treinamento do impiedoso professor e mestre do jazz.

Crítica: Em um drama, a química do elenco é quase 60% de um filme bom, somando-se mais 35% da mão do diretor para se tornar espetacular e os 5% que sobram de efeitos de maquiagem, cenário e especiais para completar o inacreditável 100% de qualidade. Whiplash é o melhor exemplo disso, são quase 90 minutos de pura química frenética entre o elenco principal, Simmons e Teller, e a mão pesada e ágil do diretor Chazelle que faz um drama complexo entre duas pessoas que ao seu modo, buscam a mesma perfeição. Com baixíssimo orçamento de US$ 3,3 milhões, este trio fez um filme de sucesso extremamente dinâmico para um “musical Jazzistico”, o que em nenhum momento é a história central do filme, mas como em Birdman (Oscar de melhor filme em 2015), faz um fundo dramático a história. Adorei Simmons fazendo o papel de J. J. Jameson no Homem Aranha de Sami Raimi, mas aqui ele deslumbra toda sua qualidade de ator dramático e rouba o filme, deixando o “bonzinho” Teller a ter uma aula de atuação, sem em nenhum momento forçar a relação entre mestre e pupilo. Realmente o filme deslumbra e é imperdível como uma aula de direção e interpretação para os aficionados por cinema de qualidade. O início de 2015 está me surpreendendo com filmes como Birdman e Wishplash, pois em 2014 Mercenários, Transformers e Tartarugas Ninja foram os tópicos de criticas, e para falar a verdade, criticar efeitos especiais é bem chato. Do elenco J. K.” Simmons é o ator vencedor do Óscar de Melhor ator coadjuvante pelo filme Whiplash, mas também é conhecido pelo seu papel na série Oz, da HBO e na trilogia original do Homem Aranha de Raimi, já Miles Alexander Teller é um esforçado ator americano que fez o péssimo Quarteto Fantástico (2016) e a péssima franquia Divergente..

Curiosidades: O filme foi precedido por um curta-metragem homônimo de dezoito minutos, com Johnny Simmons no papel de Andrew. O curta recebeu o prêmio do juri de melhor curta-metragem do Festival de Sundance de 2013. Obteve apoio do programa de longa-metragem do Instituto Sundance e do SAG para a produção do longa-metragem, que contou com Jason Reitman como um dos produtores executivos. Apresentado no mesmo festival em 16 de janeiro de 2014 foi premiado com os prêmios da audiência e do juri. Seus direitos foram adquiridos pela Sony Pictures Classics. O filme é ambientado em Nova Iorque porém gravado em locação em Los Angeles. Caravan de Juan Tizol e Whiplash de Hank Levy são as duas composições citadas e executadas. Há traços autobiográficos no roteiro escrito pelo diretor, que também foi um estudante de bateria e sofreu com a rudeza de um professor.

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