Sombras da Noite: Tim Burton Dark Shadows (2012):

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos de mais um filme de Burton.

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Sombras da Noite (2012):

Direção Tim Burton, roteiro John August, elenco Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter, Eva Green, Jackie Earle Haley, Jonny Lee Miller, Chloë Grace Moretz e Bella Heathcote.

 Sinopse: Em 1760, a família Collins de Liverpool, Inglaterra, parte de navio para a America do Norte. O filho, Barnabas (Johnny Depp), torna-se um playboy inveterado, muito rico e poderoso em Collinsport, Maine, até que comete um erro ao seduzir Angelique Bouchard, uma bruxa poderosa que decide vingar-se ao descobrir que, na verdade, Barnabas é apaixonado por Josette. Angelique o transforma em um vampiro e enterra-o vivo. Em 1972, Barnabas é libertado e retorna para encontrar sua mansão em ruínas, ocupada por seus descendentes e outros moradores, os quais têm segredos. A Matriarca da Família, Elizabeth (Michelle Pfeiffer) pede que a psiquiatra Dr. Julia Hoffman (Helena Bonham Carter) more com a família para tentar resolver seus problemas. Neste novo mundo, Barnabas se interessa por Victoria Winters, a tutora do jovem David, que se parece com Josette sua amada do passado, Morta por Angelique. Abaixo a foto da série original.

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Crítica: A costumeira parceria de Depp e Burton cria um filme que é tudo o que se espera da dupla, Sombras da Noite é uma livre adaptação da novela Dark Shadows dos anos 60 e tinha tudo para ser um dos melhores filmes da trupe de Burton. O filme tem comédia e terror, Depp está na melhor de suas interpretações, Pfeiffer terrivelmente linda, Bonham, ex-mulher de Burton, atuando como sempre bem. Só que o calcanhar de Aquiles do diretor voltou a atacar fortemente nos seus roteiros. O fraquíssimo roteiro de Seth Grahame-Smith, que está uma colcha de retalhos da pior espécie, faz com que o filme, que deveria ser bom pelas atuações impecáveis, fica inexplicável difícil de entender e isso fica nítido no final. Conta a lenda que Seth Grahame-Smith (Abraham Lincoln – Vampire Hunter) teve que, por motivos pessoais, abandonar o projeto no início da adaptação do roteiro e que acabou sendo finalizado pelos próprios Burton e Depp, então o resultado final foi muito ruim mesmo.

Com um orçamento nada pretensioso de US$ 150 milhões, muito alto realmente pelo que foi aresentado, o filme teve a bilheteria costumeira dos  filmes de Burton, com a receita de US$ 234 milhões, sucesso financeiro garantido para Warner e como sempre, a crítica metendo o malho no diretor e nas atuações sempre controversas de Depp. Aparentemente isso não incomoda nem um pouco ambos, que já estão priorizando a franquia de Alice no Pais das Maravilhas. No elenco Depp está sensacional e com Burton o ator atua sempre de maneira soberba. Não vejo Depp sendo indicado ou se preocupando em ganhar o Oscar, mas sim em atuar se divertindo. Pfeiffer está sensacional e é ótimo ver uma atriz da grandeza dela voltar a atuar em filmes Hollywoodianos. Não é o filme de Helena Bonham Carter, mas a atriz de tantos sucessos como Harry Potter, Planeta dos Macacos, Alice no País das Maravilhas, Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street, O Discurso do Rei, Fight Club e Charlie and the Chocolate Factory, não me parece a vontade neste papel, mas ainda sim diverte bastante como a possível vilã de uma continuação.

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