A Múmia de Stephen Sommers e Brendan Fraser (Trilogia Original):

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje vamos falar de uma das melhores franquias sobre filmes de aventura e humor. 

A Múmia (1999):

A Múmia é um filme de aventura, escrito e dirigido por Stephen Sommers e estrelado por Brendan Fraser, Rachel Weisz, John Hannah e Kevin J. O’Connor, com Arnold Vosloo no papel-título como a múmia reanimada.

Sinopse: Egito, 1290 AC. O sumo sacerdote Imhotep está envolvido em um caso amoroso com Anck-su-Namun, a amante do Faraó Seti. Em 1926, um grupo de arqueologistas descobre uma tumba na cidade perdida de Hamunaptra e a aventura começa.

Críticas: Stephen Sommers é fantástico diretor americano conhecido pelas suas franquias de sucesso onde o humor, a diversão e a aventura são as palavras chaves de seu trabalho. Já dirigiu filmes como G.I. Joe, Van Helsing, e O Escorpião Rei, todos filmes extremamente rentáveis e de sucesso de bilheteria. Sommers tem o dom de saber contar uma boa história de aventura e principalmente entreter o público com um humor rasgado, colocando o herói em situações divertidas e perigosas junto com a mocinha, utilizando piadas dentro contexto como comentários até clichês, mas bem feitos. Sua fórmula de sucesso, que inclui também repetir atores que está acostumado a trabalhar, impressionou no primeiro filme da franquia A Múmia, que com o orçamento de US$ 76 milhões e um ótimo roteiro, fez nada menos que US$ 415 milhões no mundo inteiro, imortalizando o ator de filmes infantis Brendan Fraser (George das Selvas) como Rick O’Connell, um herói aventureiro e despreocupado com a vida, que descobre o amor e nas mãos da ótima atriz Rachel Weisz (Constantine), que diverte tanto quando o herói e coloca a mulher no papel principal e não apenas uma coadjuvante. O filme não funcionaria bem sem um bom vilão e com Arnold Vosloo consegue, surpreendentemente, fazer este papel de forma clássica .

The Mummy Returns (2001):

O Retorno da Múmia é um filme de aventura escrito e dirigido novamente por Stephen Sommers, estrelado por Brendan Fraser, Rachel Weisz, John Hannah, Arnold Vosloo, Oded Fehr, Patricia Velásquez e Freddie Boath.

Sinopse: No ano do Escorpião, em Londres, dentro de uma sombria câmara do Museu Britânico, está para renascer uma antiga força do terror. É a volta da Múmia atrás do seu antigo amor e seu reinado.

Crítica: Direto ao ponto, o roteiro da continuação da Múmia é seu calcanhar de Aquiles. Com um roteiro extremamente confuso, com buracos se compararmos ao primeiro e um elenco imenso, a continuação ainda é muito bom, mas perde o foco em uma aventura imensa, com vários saltos no tempo e mudanças relativas ao roteiro original. Sommers com um orçamento bem maior que seu filme original, US$ 98 milhões, repetiu sua formula de sucesso com uma história semelhante ao primeiro e garantindo seu teto de US$ 400 milhões de bilheteria, mantendo seu título de diretor de Blockbusters. O filme também lança em Hollywood o ator e lutador de Lutas Livres Dwayne “The Rock” Johnson no mercado de cinema e ainda com o estrondoso o sucesso do filme, cria um desastroso Spin Off do personagem Escorpião Rei para uma nova franquia em 2002, dirigido por Chuck Russel com Johnson e Michael Duncan no elenco, mas esta crítica fica para uma próxima coluna de Cinema. Uma pena que essa continuação foi a última participação do diretor Sommers no roteiro e na direção da franquia.

The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor (2008):

A Múmia: A Tumba do Imperador Dragão é um filme de aventura, o terceiro e último episódio da série The Mummy. No roteiro Miles Milar e Alfred Gough (ambos da série Smallville e o filme Eu sou o Número 4) e na direção Rob Cohen.

Sinopse: Rick O’Connell e sua família, saem da aposentadoria e  voltma novamente a ativa para salvar seu filho, seu casamento, o roteiro e o mundo de uma nova múmia.

Crítica:Aqui mais do que nunca segue a premissa que em time que se está ganhando não se mexe. Após seis anos do sucesso dos dois primeiros filmes, o novo barco do terceiro filme já estava cheio de buracos antes de sair para o cruzeiro. A desistência e ausência da maior parte do elenco e direção já deveria ser um sinal de que não deveria ser feito, além disso, juntando com a falta de carisma do novo elenco e personagens, transformou o filme em um chato encerramento da franquia. Faltou tudo, humor, tensão, tesão, vontade e química entre o roteiro e elenco, e com isso o filme não decolou, principalmente por causa das ausências do diretor Summers, do elenco Rachel Weisz, Arnold Vosloo e Oded Fehr, deixando para Fraser e John Hannah segurar as pontas, mesmo que ambos também não pareciam muito empolgados em atuar, mas apenas em terminar o filme e ganhar seu dinheiro. Mal comparando, quase um Indiana Jones 4. Nem a inclusão de ótimo ator de fillmes de luta, Jet Li substituindo o carismático Arnold Vosloo em seu papel carismático não convenceu o público. Rob Cohen, que é um diretor norte-americano com também vários filmes de sucesso como Triplo X, Velozes e Furiosos, Stealth, Daylight e Dragonheart, realmente não consegue reanimar a série que não era sua e com um orçamento de estelar de US$ 145 milhões, o mais caro de toda franquia, o terceiro filme atingiu a menor bilheteria de todos, com apenas US$ 300 milhões, encerrando de modo frustrante para os produtores e fãs da saga.

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