DC Showcase: O Espectro da DC Comics

Salve Noseetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos de mais uma animação da DC Comics.

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O Espectro é o Fantasma da Vingança (DC Comics):

Espectro é um personagem da DC Comics. Criado em 1940 por Jerry Siegel e Bernard Baily, o Espectro era um espírito que possuía como hospedeiro humano o policial Jim Corrigan, que regressara da morte com a missão de punir almas corruptas.

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Era de Ouro: O Espectro iniciou a carreira em 1940 More Fun Comics número 52, quando Jim Corrigan foi assassinado. Seu espirito teve a entrada recusada na vida após a morte, entretanto se tornou um humanoide cinza, de capuz verde, luvas e botas. Corrigan não foi o Espectro até More Fun Comics número 53, quando uma entidade chamada Voz o concedeu o traje verde, e o designou para erradicar o mal da Terra. O Espectro começou procurando vingança contra os assassinos de Corrigan. Nos próximos anos, o personagem ganharia reputação entre editores e escritores, o que levou o Espectro a ter um grande aumento de poder para um personagem em início de carreira. Porém o criador Siegel parecia ter outra visão, porque em More Fun Comics número 60, a oitava história do Espectro, ele concede ao Detective Morto um aspecto de deus ex-machina, o anel da vida, que aparecia no dedo dele quando enfrenta ameaças superiores aos seus poderes. O Espectro se mostrou popular, e foi escolhido para ser fundador da primeira equipe de super-heróis, a Sociedade da Justiça da América, em All- Star Comics. Nesta fase o corpo de Jim foi ressuscitado graças ao anel da vida, para qual o espírito do Espectro funciona independentemente, como visto em More Fun número 75. Durante os anos de 1940, a popularidade dos super-heróis começou a declinar e o Espectro sofre com isso. Ele foi reduzido de “Guardião Angelical” a um personagem chamado “Percival Popp, the Super Cop.”. Eventualmente , Jim Corrigan encontrava-se alistado e servindo na 2ª Segunda Guerra Mundial, o Espectro permanecia à parte, relegado a ser coadjuvante em sua própria série. O final finalmente chegou em More Fun Comics número 101 e o Espectro fez sua última aparição em SJA, em All-Star Comics número 23.

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Era de Prata: Quando a Era de Prata chegou nas HQ’S em 1960, o editor Julius Schwartz reescreveu o Espectro e o trouxe de volta, começando em Showcase número 60. Com textos de Gardner Fox e desenhos de Murphy Anderson. Depois de três histórias em Showcase, ele aparece em Justice League of America  número 46 & 47, neste ano foi membro titular da LJA. Depois de vários meses co-estrelou com o Flash da Era de Prata em The Brave and the Bold número 72. Com a data de publicação de Novembro-Dezembro de 1967, o Espectro ganha o seu próprio título, e quase simultaneamente fez uma segunda aparição em The Brave and the Bold número 75, neste tempo contracenou com a versão atual do Batman. Na série do Espectro, os créditos variavam nas 10 edições publicadas. O mais notável artista foi Neal Adams, que desenhou as edições 2-5 e escreveu a 4 e 5. Em suas duas edições finais a revista abandonou o lado cômico para virar antologia de horror, com o personagem principal do título não sendo mais que narrador em diversas pequenas histórias. O fim desta era veio em Justice League of America número 83, quando no clímax o Espectro parece ter sido destruído, o que na edição seguinte aparenta ser um erro do artista, já que o Espectro reaparece intacto.

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Era moderna: O poder do Espectro teve várias flutuações através das eras. Talvez a mais importante veio após Crise nas Infinitas Terras. Após tentar em vão subjugar a encarnação do Mal, que havia sido invocado pela seita de ocultistas conhecidos como Brujeria para destruir o Paraíso, Espectro foi punido pela Voz a teve seus poderes diminuídos por sua arrogância. Os artistas John Ostrander e Tom Mandrake então começaram a trabalhar no personagem. Ostrander assumiu que O Espectro era na verdade, há milhões de anos atrás, o espírito de um anjo caído que perdeu a guerra no Céu e foi utilizado como Espírito da Vingança como forma de redimir seus erros, um cargo que foi ocupado anteriormente por Eclipso. Segundo a DC Comics, Eclipso teria causado o Dilúvio e Espectro teria causado a praga dos primogênitos no Egito, episódio no qual até mesmo humilhou a forma original do Sr. Destino, Nabu, que estava do lado dos egípcios. Ao término da série produzida por John Ostrander e Tom Mandrake, contudo, Espectro encontrava-se dissociado de Corrigan, que havia conseguido a redenção, foi para o Céu, e o espírito existia livre de uma alma humana que o conduzisse corretamente.

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Hal Jordan: Eventualmente, a alma de Corrigan pode descansar em paz. Ele se libertou do Espectro e caminhou para o pós-vida. O papel de Espirito da Vingança começaria, então, a ser exercido por Hal Jordan, durante a história Day of Judgement; O Espectro escolheu Hal como seu novo hospedeiro pois ele buscava uma forma de se redimir por suas ações como Parallax. O autor J. M. DeMatteis deu início, então, a uma série mensal estrelada por esse novo Espectro, mostrando Hal transformar a missão do Espectro numa missão de redenção e não de vingança. Durante esse período, Hal faria ainda algumas aparições notórias em outras histórias do Universo DC, como na saga Imperador Coringa.

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O Dia da Vingança: Depois de algum tempo, o Espectro ficou sem hospedeiro e completamente desequilibrado e nesse meio tempo, Eclipso, possuindo o corpo de Jean Loring, ex-esposa do Eléktron, seduziu o Espectro e o convenceu a entrar numa guerra contra todos os seres e entidades mágicas do universo através da seguinte lógica: qualquer coisa que desobedece às leis da “Voz”, também conhecido como o espírito da fonte, mais comumente conhecido como Deus, são obras extremamente malignas. As leis da física são leis de Deus e a magia em si desobedece às leis da física, portanto, a magia era uma coisa do mal e deveria ser combatida. Para o Espectro, que é um anjo da Voz e que estava psicologicamente perturbado esta lógica fez todo o sentido. Assim, ele causou uma série de eventos na parte mística do Universo DC, como transformar o Vingador Fantasma em um rato, derrotou de forma humilhante todos os membros da Família Marvel, arrancou misticamente os olhos da Madame Xanadu, de forma que não pudessem ser regenerados, matou todos os Lordes da Magia e sua última batalha contra Nabu, Lorde da Ordem, que terminou com a morte deste e assim terminando com a nona era da magia prematuramente. A carnificina contra a magia só terminou porque a morte de Nabu chamou a atenção de Deus Todo-Poderoso, ou como o Espectro chama, A Voz, que obrigou o Espectro a parar com isso, informando-lhe que aquilo que Eclipso lhe dissera, apesar de lógico, não era verdadeiro.

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Crispus Allen: Em Gotham Central número 38, o oficial Crispus Allen foi assassinado por um policial corrupto chamado, ironicamente, de Jim Corrigan, um personagem diferente do antigo detentor do Espectro. Durante a Crise Infinita, seu corpo estava no necrotério e então o Espectro adotou Allen como seu novo hospedeiro. Desde então, ele tem atuado como o novo Espírito da Vingança e teve participação importante em Crise Final, na minissérie associada Final Crisis: Revelations.

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Poderes: O Espectro é uma das entidades mais poderosas do multiverso DC. Os poderes do Espectro têm muitas flutuações, mas parecem ilimitados. Ele pode crescer a tamanhos capazes de empurrar a Terra. Pode ficar em forma fantasma , mas o deixa vulnerável em caso de controle psíquico ou atômico . Pode animar objetos e dar vida a imagens. Também por várias vezes pôde transmutar matéria, inclusive seres vivos. Ele criava ilusões como forma de torturar psicologicamente seus oponentes. Também irradiava uma aura de temor natural dos fantasmas, que assustava quem o visse, mantendo-a desligada para seus aliados. Também pode entrar na mente de seres vivos e confrontá-los em seus próprios egos: esta é uma estratégia arriscada, uma vez que dentro da mente de um oponente, o inimigo pode alterar a realidade em sua mente ao bel-prazer, mas só pode controlar a forma de vida de quem possui átomos o mesmo vale pra entrar na mente das pessoas. Tem teletransporte infinito podendo se teletransportar a qualquer lugar, ou planetas, e ao tocar em um inimigo passa-se uma energia que pode mata-lo ou se não o deixa inconsciente sem saber de nada da sua vida. Imune a ataques mágicos e ao sofrer atentados mágicos acontece um aumento da sua força.

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DC Showcase: The Spectre (2010):

Dirigido por Joaquim Dos Santos, produzido por Bruce Timm, Joaquim Dos Santos, Alan Burnett, Bobbie Página e Sam Register, escrito por Steve Niles, estrelando Gary Cole, Alyssa Milano, Jeff Bennett, Rob Paulsen e Jon Polito. Produção Warner Bros. Animation, Warner Premiere e DC Comics, distribuído por Warner Home Video. A animação foi lançado como bônus do DVD da Liga da Justiça: Crise nas duas Terras e após incluído na compilação DVD DC Showcase em uma versão estendida.

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Sinopse: Foster Brenner, um produtor de filmes de sucesso, é morto por uma bomba escondida debaixo da placa de mergulho de sua piscina. O detetive Jim Corrigan , que estava tendo um relacionamento com a filha de Foster, Aimee, começa a investigar apesar do caso ter sido atribuído a outro oficial. Jim Flemming, o mordomo de Brenner, lhe mostra imagens de segurança de dois homens com máscaras de esqui que entram no complexo e colocando a bomba. Jim pergunta se Brenner tinha inimigos e Flemming responde que qualquer homem tão rico e poderoso tem muitos. Ele diz-lhe que vários colaboradores de longa data de Brenner foram excluídos em seus filmes mais recentes e ficaram muito infelizes com isso.

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Crítica: Com um estilo e roteiro totalmente policial , esta animação agrada demais aos fãs de HQs que apreciam um conteúdo mais inteligente, de suspense e de menos de ação. Para aqueles que estão acostumados com os arcos do Espectro voltados a magia, passe longe daqui. É quase um Criminal Case em LA policial. Longe doas arcos como de Hal Jordan ou contra a Magia em Crise, com ares de Hollywood anos sessenta. No elenco o ator Gary Cole que é conhecido por participações em séries televisivas como “American Gothic”, “Crusade”, “The West Wing” e “Arrested Development” e Alyssa Jayne Milano, atriz, produtora, e empresária norte-americana. Sua carreira começou depois que ela apareceu no Musical da Broadway, Annie, e é reconhecida principalmente por seu papel na sitcom Who’s the Boss? e na série Charmed.

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