The Strain: Os Vampiros de Guillermo del Toro e a FX. - NoSet
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The Strain: Os Vampiros de Guillermo del Toro e a FX.

Salve Nosetmanáicos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos de mais uma interessante série de terror e vampiros do premiadíssimo diretor Guilhermo del Toro.

The Strain: Noite Absoluta – Criador Guillermo del Toro e Chuck Hogan, baseado em The Strain por Guillermo del Toro e Chuck Hogan, produtores executivos Guillermo del Toro, Carlton Cuse, Chuck Hogan, Gary Ungar, J. Miles Dale, David Weddle, Bradley Thompson e Regina Corrado. Elenco Corey Stoll, David Bradley, Mía Maestro, Kevin Durand, Jonathan Hyde, Richard Sammel, Sean Astin, Jack Kesy, Natalie Brown, Miguel Gomez, Ben Hyland, Max Charles, Ruta Gedmintas, Rupert Penry-Jones, Samantha Mathis e Joaquín Cosío. Empresas produtoras Double Dare You, Carlton Cuse Productions (2014–15), Cuse Productions (2016–17), FX Productions (2014–15) e FXP (2016–17), emissora original de exibição FX.

The Strain foi uma série de televisão americana transmitido pelo canal FX (Brasil) e FOX (Portugal) de 13 de julho de 2014 a 17 de setembro de 2017, com apenas quatro temporadas.

Sinopse: Um avião aterrissa no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, com as luzes apagadas e portas seladas. O epidemiologista Dr. Ephraim Goodweather e sua equipe são enviados para investigar. A bordo encontram 206 corpos e quatro sobreviventes. A situação deteriora-se quando todos os corpos desaparecem do necrotério. Goodweather e um pequeno grupo de auxiliares encontram-se lutando para proteger não só os seus próprios entes queridos, mas toda a cidade, a partir de uma antiga ameaça para a humanidade.

Criticas: Guillermo del Toro é um mago do cinema moderno, um diretor elegante, exigente, problemático e de alto orçamento, vide seus problemas com o Hobbit e Liga da justiça Sombria (esta nunca saiu do papel). Del toro entrega em todos os seus projetos uma visão própria e profunda de um universo mágico e muitas vezes cruel, mas que assombra os fãs pelo roteiro e efeitos de maquiagem e estética. Foi assim nos seus melhores trabalhos como Blade II (2002), Hellboy (2004 e 2008), O Labirinto do Fauno (2006) e o premiadíssimo A Forma da Água (2017), então é lógico que seu trabalho para TV seguiria esta mesma linha criativa e por isso assisti com prazer, sendo fácil  reconhecer a mão do diretor em Strain.

Strain me convenceu de primeira, modernizando o conto dos vampiros imortalizados por Bram Stoker, mas aqui tratando o vampirismo como uma doença, ou melhor um vírus, e não como o mito religioso, neste caso lembrando muito a adaptação violenta do vampiro mutante apresentado em Blade 2 , com a  atuação de Luke Goss (Corrida Mortal e Hellboy 2) como o filho do imperador dos vampiros. Inclusive a semelhança entre Gross e O ator Corey Stoll (Homem Formiga), como Dr. Ephraim “Eph” Goodweather, e tão grande que fica claro a inspiração de um trabalho no outro.

Sua primeira e segunda temporada são intrigantes, com um humor negro e toques de crueldade impressionantes, que fazem qualquer fã de sereis e filmes de terror se apaixonar por este trabalho. As temporadas finais apenas confirmam que The Strain teve seu período certo de vida e garantem a qualidade que Del Toro sempre procurou apresentar para os seus fãs.

Curiosidades: A primeira temporada recebeu críticas positivas dos críticos e recebeu uma pontuação de 72 de 100 com base em 38 opiniões no Metacritic. A primeira temporada detém uma classificação com “Certificado fresco” com uma pontuação de 87% no Rotten Tomatoes. No seus estado de consenso diz: “The Strain faz a maioria de seus temas familiares através de uma combinação eficaz de emoções sobrenaturais e B-filme Gore – embora possa não agradar a todos”.

A segunda temporada recebeu críticas positivas, e tem uma avaliação no Metacritic de 66 de 100 baseado em 8 opiniões. No Rotten Tomatoes, tem uma avaliação de 79%, com o consenso “a ação sangrenta de The Strain ajuda a compensar uma narrativa sem foco, enquanto sub texto político e filosófico do show adicionam peso necessário para os espectadores adultos.”

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