Nightflyers de George R. R. Martin, Netflix e SyFy (1985 - 2018) - NoSet
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Nightflyers de George R. R. Martin, Netflix e SyFy (1985 – 2018)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje vamos falar de uma série de TV baseado no mestre das aventuras onde todos morrem, George R. R. Martin, mais conhecido por sua franquia em Guerra dos Tronos.

Nightflyers (Série de TV 2018)

Baseado em Nightflyers de George R. R. Martin, produção Robert Jaffe e Andrew McCarthy, produtores executivos Daniel Cerone, George R.R. Martin, Jeff Buhler, Gene Klein, David Bartis, Doug Liman, Alison Rosenzweig, Michael Gaeta, Lloyd Ivan Miller e Alice P. Neuhauser, distribuída por Universal Cable Productions e Netflix. Elenco Gretchen Mol, Eoin Macken, David Ajala, Sam Strike, Maya Eshet, Angus Sampson, Jodie Turner-Smith e Brían F. O’Byrne, empresas de produção Universal Cable Productions, Netflix, Hypnotic, Gaeta Rosenzweig Films e Lloyd Ivan Miller Productions, emissora de televisão original Syfy.

Sinopse: A história acompanha a tripulação de uma nave após a destruição da Terra. Em sua jornada à bordo da The Nightflyer, eles interceptam uma misteriosa espaçonave alienígena que pode ser a chave para a sua sobrevivência. Mas logo eles descobrem que podem estar caindo em uma armadilha assim que chegam até os confins mais obscuros do universo.

Nightflyers (Filme 1985)

Dirigido por Robert Collector (como TC Blake), produzido por Robert Jaffe, escrito por George RR Martin e Robert Jaffe, estrelando Catherine Mary Stewart, Michael Praed, John Standing, Lisa Blount, Glenn Withrow e James Avery. Nightflyers é um filme de terror de ficção científica americano de 1987 baseado no Nightflyers , uma novela de 1980 de George RR Martin.

Sinopse: O filme é sobre um grupo de cientistas que começa uma viagem espacial para encontrar um ser alienígena misterioso, e no processo são vitimados pelo computador malévolo da nave.

Crítica da Série: Nightflyers é uma daquelas séries que vai ter uma legião de fãs e uma legião de heaters, principalmente pelo estilo literário de Martin, que em momento me lembra Stephen King, na qual não te deixa confortável em nenhum momento na cadeira, fazendo você respirar fundo ou se perguntar se perdeu alguma coisa. Sem muita intenção de explicar o porque do background, a história antes da partida da nave, o motivo da terra estar precisar de ajuda, quem são os Aliens ou como podem salvar o planeta, o roteiro vai se desenvolvendo nas motivações dúbias e nubladas dos personagens, que vai se alterando conforme o desenvolvimento da história. A série trabalha seu troteiro todo é uma seqüência de causas e conseqüências, muitas delas devido a preconceitos raciais, relações temporais e ficção espacial, que juntamente com uma salada de referências cinematográficas de SyFy, com filmes como Scanner – Sua Mente Pode Matar, Matrix, Star Trek e Perdidos no Espaço, desenvolve uma história onde tudo dá errado e a Lei de Murphy impera acima de tudo. A cena do coelhinho eu realmente achei que fosse aparecer o Alien, já que a referência foi clara a franquia de terror de maior sucesso no espaço. Para muitos isso pode se tornar cansativo, mas tem seu lado atraente de tentar assistir até o final para se chegar ao resultado de toda esta salada cultural, o que já aviso com antecedência, a viagem é melhor que a chegada.

O ritmo da série e aprofundamento nos personagens são outro problema. Com tantas mudanças de motivação dos personagens, alguns devido ao espaço claustrofóbico da nave e tempo de viagem espacial, outros por segredos que vão se revelando de acordo com a viagem, você pode se sentir perdido em alguns momentos perdido devido a mudança de interpretação causado por estes saltos no temporais , que adiantam a história em seis meses em pelo menos 3x, já que a viagem espacial tem uma premissa de no mínimo 2 anos. Uma boa ideia para explicar isso foi a Sala de Memórias, algo semelhante a sala do Professor Xavier dos X-Men, que conta rapidamente o que aconteceu a cada personagem neste período e porque suas motivações mudaram, já que a série tem apenas 10 capítulos e muitas estruturas diferentes para apresentar, algumas extremamente chocantes e outras nem tanto, como o personagem principal Karl D´Branin.

Como não me lembro de ter visto o filme de 1985, vou deixar aqui apenas a informação sobre o mesmo para algum apaixonado por raridades assistir, mas vi que o filme teve uma bilheteria caseira de apenas US$ 2 milhões, o que já da para imaginar que não foi um Best, além de nunca ter virado um Cult, já diz tudo sobre a produção.

 

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