Luna Nera (A Strega na Primeira Temporada Netflix) - NoSet
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Luna Nera (A Strega na Primeira Temporada Netflix)

Salve Nosetmaniacos, eu sou Marcelo Moura e hoje vamos falar de uma série da Netflix com quase 100% de mulheres, de produção italiana, sobre Bruxas ou como são conhecidas, as Stregas, que são perseguidas por serem mulheres, parteiras, poderosas e chatas pra cambojas.

Lua Negra (Netflix): Série de TV italiana de 2020, Lua negra é uma series dramática de época e ficção com seis episódios, criador por Francesca Manieri , Laura Paolucci e Tiziana Triana, dirigido por Francesca Comencini  e Susanna Paola Randi Nicchiarelli, roteiro Francesca Manieri, Laura Paolucci e Vanessa Picciarelli, elenco Antonia Fotaras : Hades, Giorgio Belli : Pietro, Manuela Mandracchia : Tebas, Federica Fracassi : Janara, Lucrezia Guidone : Leptis, Adalgisa Manfrida : Persépolis, Giada Gagliardi : Valente, Giulia Alberoni : Petra, Martina Limonta : Segesta, Camille Dugay : Aquileia, Giandomenico Cupaiuolo : Sante e Gloria Carovana : Cesaria. Luna Nera é uma série de televisão italiana de 2020 baseada na trilogia dos romances Le città perdute de Tiziana Triana .

Sinopse: Situada no século XVII, uma parteira chamada Hades descobre que sua família é composta por bruxas, enquanto o pai de sua amada a caça, acusando ela e sua avó de bruxaria.

Crítica: Sendo muito direto, com uma fotografia interessante de época e um roteiro bem preguiçoso, sem vontade nenhuma de te surpreender, Lua Negra tinha tudo para dar uma boa experiência para o público da Netflix, com a produção quase 100% feminina, que já está acostumado com os devaneios da adolescente Sabrina,  agora teria bruxas italianas (Stregas) como foco principal de um roteiro contada por elas, poderosas e “reais”. Só que no resumo da série, Francesca Comencini  e Susanna Paola Randi Nicchiarelli perdem a mão já no piloto da série e continuam errando por toda ela apresentando escolhas inconcebíveis dos personagens e um ritmo lento e confuso, de soluções fáceis, apenas para favorecer o roteiro simplório sem se preocupar em deixar as pessoas acordadas. Não foi só uma vez que levantei os braços para a cabeça e perguntei: “Por que?”, tal a situação de escolha duvidosas e inexplicáveis que as personagens tomavam. A cena da batalha pelo livro é o melhor exemplo, mas não o único.

Infelizmente a falha do roteiro e filmagens se espalha facilmente por todo o elenco, que é extremamente superficial e levado apenas por um sentimento, seja o médico, a bruxa novata, o Coven, os caçadores de bruxas e a igreja, não há nenhuma profundidade ou uma ligação convincente entre todos, tudo é simplista demais. Não importa o quanto te conheço, se nascemos na mesma vila e etc, se você é Palmeirense e eu Flamenguista, eu vou ter que te matar. Dormi várias vezes assistindo a série e só terminei porque sou adoro chegar ao final de uma história. Nem sua série co-irmã norueguesa, a morna Ragnarok, teve tantos erros de escolhas de roteiro quanto esta. Se você gosta de bruxaria, não importa a qualidade do roteiro, talvez esta seja uma boa pedida, mas só neste caso.

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