Lethal Weapon: Máquina Mortífera na 3ª temporada. - NoSet
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Lethal Weapon: Máquina Mortífera na 3ª temporada.

Salve Nosetmaíacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos da terceira temporada de uma ótima série baseado na franquia cinematográfica Máquina Mortífera, que infelizmente entrou em crise na segunda temporada e promete muito mais agora.

Máquina Mortífera: Terceira Temporada: Baseado em Lethal Weapon de Shane Black, desenvolvedor Matt Miller, produtor Kelly Van Horn. Produtores executivos Matt Miller, Dan Lin, Jennifer Gwartz e McG, elenco Damon Wayans, Clayne Crawford, Jordana Brewster, Keesha Sharp, Kevin Rahm, Dante Brown e Seann William Scott. Empresas de produção Good Session Productions, Lin Pictures, Rideback e Warner Bros. Television, emissora de televisão original nos Estados Unidos FOX e no Brasil Warner Channel. Lethal Weapon (Máquina Mortífera) é uma série de televisão americana.  baseado na franquia dos filmes Máquina Mortífera e em suas duas primeiras temporadas, Lethal Weapon estrelou Damon Wayans como Roger Murtaugh e Clayne Crawford como Martin Riggs, parceiros e detetive incompatíveis que também eram os personagens principais da série, originalmente interpretados por Danny Glover e Mel Gibson.

A série inclui outros personagens direto ou vagamente inspirados por personagens dos filmes, incluindo Leo Getz (Thomas Lennon),  um amigo próximo de Riggs e Murtaugh. Em maio de 2018, em meio a relatos de mau comportamento e incidentes de hostilidade entre elenco e equipe no set do show, Crawford foi demitido do show. Foi substituído na terceira temporada por Seann William Scott, como um novo personagem chamado Wesley Cole. A terceira temporada estreou em 25 de setembro de 2018 nos EUA. Em outubro de 2018, apenas algumas semanas após a estréia da terceira temporada, Wayans anunciou que deixará a série após o fim da terceira temporada, em dezembro de 2018.

Sinopse: Baseada na famosa franquia do cinema, Máquina Mortífera (Lethal Weapon) conta a história da dupla clássica de policiais Riggs e Murtaugh em sua luta contra o crime na Los Angeles dos dias de hoje. Amargurado após a perda de sua jovem esposa grávida, o ex-SEAL da marinha e detetive Martin Riggs se muda para a Califórnia para “recomeçar a vida”, no LAPD (Departamento de polícia de Los Angeles). Ele irá atuar ao lado de Roger Murtaugh, que acaba de voltar ao trabalho após um infarto quase fatal. Mas a tendência de Riggs de agir impulsivamente e se atirar na linha de fogo vai de encontro à técnica politicamente correta e prudente de Murtaugh. Fica claro a partir do momento em que eles se conhecem que essa parceria tem tudo para dar errado. Logo no primeiro caso que enfrentam juntos, Riggs arrasta Murtaugh a uma perseguição na estrada e a um tiroteio com traficantes de drogas.

Apesar de protestar, o policial veterano sente-se mais vivo do que nunca. Ao mesmo tempo, Riggs consegue entender por que Murtaugh está tão determinado a chegar em casa com segurança no fim de cada dia – ele tem uma família e um filho recém-nascido para cuidar. Quando a investigação dos dois termina, Riggs se dá conta de que pode ter encontrado algo valioso: um parceiro e um amigo em Murtaugh. Murtaugh também percebe que a dupla pode funcionar. Após a morte de Riggs na terceira temporada, Wesley Cole, um ex-agente da CIA que esteve em todos os lugares e viu tudo, se vê navegando em uma nova parceria com Murtaugh, enquanto se ajusta à vida em Los Angeles.

Crítica: Com um orçamento de US$ 15 milhões de dólares em 1987 e com uma bilheteria mundial de US$ 120 milhões de dólares, Richard Donner (Superman e Woverine Origens) e Shane Black (Homem de Ferro) criaram uma das franquias mais bem sucedidas do cinema, juntamente com os atores Mel Gibson (Coração Valente) e Danny Glover (A Cor Púrpura), com uma sintonia e um carisma que raramente se vê nas telonas. A franquia teve ótimas e hilárias continuações em 1989, 1992 e encerrou em 1998, todas mantendo o sucesso devido e imortalizando os personagens.

Quando soube que em 2015 teríamos um remake para Tv de Maquina Mortífera com os atores Damon Wayans (My Wife and Kids) e o novato Clayne Crawford, eu temi o pior. Talvez, na minha cabeça, eu concordava que a nova geração deveria conhecer os clássicos personagens Martin e Roger, mas seria que Crawford e o humorista Wayans estariam à altura de Gibson e Donner. Quando assisti a primeira temporada em 2017, fiquei realmente empolgado. Apesar das adaptações, todo o elenco parecia promissor e a série se aprofundava mais ainda nos personagens e na família, mantendo o estilo original, mas com detalhes que até, poderiam explicar muito mais as loucuras de Riggs e as preocupações de Roger, além dos prejuízos que eles davam a cidade com suas explosões e tiroteios, só que ai veio à segunda temporada.

Na segunda temporada ficava claro que alguma coisa não ia bem entre as filmagens. As cenas entre os protagonistas estavam montadas, sempre com um de fundo, nitidamente um duble de corpo, como se estivessem separando os dois atores por incompatibilidade de horários, em uma temporada com muitos casos solo, afastando-os. Com o tempo foi o que esperávamos, o brilho e sucesso derrubando a série, o elenco mal se falando e muita acusações de estrelismo. O que foi fato é que as gravações, por causa de uma agenda curta, tinha quase 16 de trabalho por dia, o que desgastava todos, principalmente a relação entre os protagonistas e a equipe de filmagem, gerando até um conflito com fãs e Crawford, que perdeu a paciência em um determinado momento e teve que ser afastado do local. Tudo isso, gerou inúmeras matérias e o afastamento de Crawford, que diziam ter um envolvimento psicológico real com seu personagem da tela na série. No Final Season a surpreendente morte de Riggs nas mãos de seu irmão mais revoltou os fãs e vazou todo o desgaste para a imprensa.

Em sua terceira temporada a série até que mantém seu tempero original, com boas histórias e um clima harmonioso entre Wayans e a novidade Seans William Scott, aqui como um agente problemático e afastado, que agora trabalha como detetive, Wesley Cole se tornou o novo parceiro de Roger. Em entrevista Crowford alegou que achava que seria afastado temporariamente e não que seu personagem seria morto, o que só tivemos 100% de certeza no início da terceira temporada. Mas onde tudo parecia se acertar após a tempestade, ela voltou mais forte ainda. Wayans, que no início das gravações fez questão de alfinetar Crawford dizendo que as gravações nunca estiveram tão boas com a entrada de Scott, agora anunciou seu afastamento na metade da temporada, pro problemas de saúde gerados pelo excesso de trabalho. Apesar de não termos ainda pela Fox a informação sobre o futuro da terceira temporada e se termos ainda uma quarta temporada, tudo agora parece obscuro e sem futuro para uma série que foi apontada como promissora e de longa vida pela Fox.

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