Heroes: Reborn (1a Temporada) - NoSet
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Heroes: Reborn (1a Temporada)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos de uma série reboot que não implacou, Heroes Reborn.

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Heroes Reborn (2015):

Heroes Reborn é uma minissérie de 13 episódios que estreou no dia 24 de Setembro de 2015 (EUA), como uma continuação da série de ficção científica da NBC Heroes. O criador da série, Tim Kring, vai retornar como produtor executivo.

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Sinopse: Heroes Reborn iria se reconectar com os elementos básicos da primeira temporada do programa, na qual pessoas comuns descobriam que tinha habilidades especiais. A série será precedida por uma nova websérie que introduz a nova história que dará inicio a Heroes Reborn. De acordo com o site oficial, os eventos da série se passam um ano após um atentado terrorista em Odessa, Texas. Esse ataque destruiu a cidade e o governo americano culpou essas pessoas com habilidades extraordinárias (aka EVO) pelo atentado. Depois disso, essas pessoas tiveram que viver se escondendo ou fugindo de pessoas com intenções ruins. Dois mal intencionados incluem Luke (Zachary Levi) e Joanne (Judith Shekoni). Eles perderam alguém importante nesse trágico evento, e estão em busca de vingança. Noah Bennet, ou HRG (Jack Coleman) também está se escondendo, mas é encontrado pelo teórico da conspiração Quentin Frady (Henry Zebrowski) que tenta mostrá-lo a verdade por trás da tragédia em Odessa. Enquanto alguns se escondem, outros estão descobrindo suas recentes habilidades. Malina (Danika Yarosh) é uma menina corajosa, que foi criada muito superprotegida, mas descobre que ela está destinada à glória. Erica (Rya Kihlstedt) é a chefe do altamente bem-sucedido conglomerado tecnológico chamado “Renautas”, e ela tem seus próprios objetivos sombrios. O estranho adolescente Tommy (Robbie Kay) tenta viver uma vida normal e só tem olhos para a sua garota dos sonhos, Emily (Gatlin Green), mas ele descobre uma nova e aterrorizante habilidade que faz com que seu desejo seja quase impossível. Enquanto isso em Tokyo, Miko (Kiki Sukezane), uma garota quieta e única que está procurando pelo seu pai desaparecido, mas ela esconde um segredo extraordinário que pode ser perigoso. Em algum lugar, um tipo muito peculiar de heróis está emergindo através de Carlos (Ryan Guzman), um ex-soldado. Assim como novos heróis estão surgindo, alguns dos heróis do passado como Hiro Nakamura (Masi Oka), Matt Parkman (Greg Grunberg), Mohinder Suresh (Sendhil Ramamurthy), René (Jimmy Jean-Louis), Angela Petrelli (Cristine Rose), e Micah Sanders (Noah Gray-Cabey), entre outros, vão cruzar caminho com eles. E juntos, eles terão seu desafio supremo: salvar o mundo e a raça humana.

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Crítica: Com tantas séries voltando à vida, como até Arquivo X, eu realmente tinha uma expectativa grande por Heroes Reborn, principalmente porque o criador da série, Tim Kring, tinha deixado claro que desta vez a nova série, que seguia os passos de Heroes (2006 – 2010), seria do jeito que ele sempre sonhou, sem a interferência de terceiros na história e elenco, só que infelizmente não funcionou assim e talvez os produtores anteriores tivessem razão. A série original Heroes sempre teve um lugar no meu coração, é a primeira boa adaptação das HQ´s para a TV, principalmente porque Heroes tem muito de X-Men (Marvel) entre outras HQ´s e em 2006 nada disso era tão bem feito assim. Mas uma série só é boa com um bom vilão e com uma boa história, infelizmente Reborn passou muito longe disso com seu roteiro raso e com um elenco duvidoso que parece não entender bem a mitologia de Heroes e a oscilação entre bem e mal. A mistura entre os personagens clássicos e novos até prometia, se a escolha dos clássicos fosse bem feita, além disso o exagero nos poderes para o resultado final da história chega a incomodar até o mais fervoroso fã de HQs e de séries sci fi que aceitam certas desculpas para que o roteiro possa fluir, mas Heroes Reborn exagerou e se esqueceu que mesmo com poderes, a “Física” deve ser respeitada.

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Ver novamente Masi Oka vestir o manto sagrado de Hiro Nakamura foi fantástico, mas só. As idas e vindas no tempo de Jack Coleman como Bennet ficaram cansativas, principalmente porque não levavam a nada demais, mesmo depois de explicar sua perda de memória e o Efeito Borboleta que isso causou, nada demais para uma série que se espera novidades e não uma repetição de tudo que já foi mostrado e no final não deu tão certo assim. Senti falta de Zachary Quinto com seu Sylar e Hyden Panettiere como Claire Bennet que realmente dariam peso a série, bem as aparições de Greg Grunberg como agora o perverso Matt Parkman, Cristiane Rose como Angela Petrelli que esqueceu praticamente de seus dois filhos e nem as pontas de Sendhil Ramamuthy como Mohinder Suresh, agora do bem, e Noah Gray Cabey como Micah Sander pareciam coerentes ou atrativas. A explicação do final é para lá de questionável , bem parecida com o fInal da segunda temporada de Fringe no portal das dimensões, onde se chuta o balde d tudo para se ter um resultado impactante, mas sem o efeito esperado. Até o momento, Heroes Reborn foi cancelado na sua segunda temporada e realmente muito abaixo do seu original.

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