Chilling Adventures of Sabrina: O Mundo Sombrio de Sabrina (Crítica 4ª Temporada) - NoSet
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Chilling Adventures of Sabrina: O Mundo Sombrio de Sabrina (Crítica 4ª Temporada)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos da quarta e última temporada deste remake da bruxinha Sabrina. Chilling Adventures of Sabrina é uma série de televisão americana de terror sobrenatural desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa para a Netflix, sendo baseada nas HQs de mesmo nome. A série é produzida pela Warner Bros. Television, em associação com a Berlanti Productions e a Archie Comics. Roberto Aguirre-Sacasa e Greg Berlanti são os produtores executivos, ao lado de Sarah Schechter, Jon Goldwater e Lee Toland Krieger.

A série é centrada na personagem da Archie Comics, Sabrina Spellman, interpretada por Kiernan Shipka, e também estrelado por Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adati Rudolph, Richard Coyle e Miranda Otto. Originalmente em desenvolvimento durante setembro de 2017 na The CW, a série pretendia ser uma série associada a Riverdale; no entanto, em dezembro de 2017, o projeto foi transferido para a Netflix com um pedido direto da série, composto por vinte episódios. As filmagens ocorrem em Vancouver, Colúmbia Britânica.

A primeira metade da primeira temporada, composta por dez episódios, foi lançada em 26 de outubro de 2018. A série recebeu críticas positivas, com os críticos elogiando o desempenho de Shipka, bem como a premissa, o visual e a direção. Um episódio especial de Natal foi lançado em 14 de dezembro de 2018 e a segunda metade da primeira temporada foi lançada em 5 de abril de 2019. Em dezembro de 2018, a Netflix renovou a série para uma segunda temporada composta por 16 episódios, divididos em duas partes iguais, a primeira parte da segunda temporada foi lançada em 24 de janeiro de 2020 e a segunda parte lançou em 31 de dezembro de 2020. No dia 8 de julho de 2020, a Netflix cancelou a série.

Sinopse: Sabrina Spellman deve conciliar sua dupla natureza como metade-bruxa e metade-mortal, enquanto luta contra as forças do mal que ameaçam ela, sua família e o mundo da luz do dia em que os humanos habitam.

Crítica: Cancelada em sua quarta temporada, Sabrina desde o inicio foi um projeto com momentos brilhantes, mas cercada de erros de roteiro e apagões de personagens que mais me incomodava do que me animava. Eu que fui criado assistindo séries brilhantes como Buffy, Xena, A Feiticeira e Jeannie é um Gênio, esperava muito mais de Sabrina do que momentos de glória em uma série perdida tentando desesperadamente arrecadar adolescentes dos universos de Harry Potter do que ser algo único e genial. Sabrina nunca apresentou um vilão a altura, e mesmo que Lúcifer fosse uma promessa, nunca vingou. Outro problema foi a falta de definição do tom de terror, humor ou musical da série, não se definindo, não andava para nenhum lado.

Com uma excelente primeira temporada, uma morna segunda e um desastre na terceira, a quarta temporada de Sabrina pareceu tentar absorver o que houve de melhor em todas, incluindo uma pitada de Supernatural e Buffy, com muito Rock n Roll sem tantos números musicais de dança e etc. Se funcionou, posso dizer que teve seus momentos muito mais pelas musicas escolhidas do que pelo elenco que parecia já cansado desta temporada sem nenhuma inteligência ou profundidade na sua história.

Apenas um capítulo realmente me fez olhar com olhos de apaixonado, assim como em Supernatural, Sabrina vai parar em um universo paralelo onde a audiência e os produtores determinam quem vive e morre na série, um show de inteligência e critica as séries e Sabrinas anteriores, mas que mesmo assim só dura um capítulo. Então a série termina como começou, prometendo muito e entregando o esperado.

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