A Wrinkle in Time: Uma Dobra no Tempo (Crítica 2018) - NoSet
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A Wrinkle in Time: Uma Dobra no Tempo (Crítica 2018)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos de mais um interessante filme da Disney+. Uma Dobra no Tempo é um filme americano de 2018, dos gêneros de fantasia maniqueísta, ficção científica e aventura, dirigido por Ava DuVernay, com roteiro de Jennifer Lee, baseado no romance homônimo de 1962 da escritora Madeleine L’Engle e produzido e distribuído pela Walt Disney Studios. É estrelado por Oprah Winfrey, Reese Witherspoon, Mindy Kaling, Storm Reid, Zach Galifianakis e Chris Pine. Este é o 1º filme da Walt Disney Studios produzido com o objetivo de dar mais visibilidade às minorias, após polêmica racial ocorrida na cerimônia do Oscar de 2016.

Sinopse: O Meg (Storm Reid) e irmão adotivo Charles Wallace (Deric McCabe) decidem reencontrar o pai (Chris Pine), um cientista astrofísico que trabalha para o governo, que está desaparecido desde que se envolveu em um misterioso projeto. Com a ajuda do colega de escola Calvin (Levi Miller) e de três mulheres especiais (fadas intergalácticas) em uma jornada por diferentes lugares do universo.

Crítica: Os filmes infantis live actions da Disney são de primeira linha em inovações e tecnologias, tem atores incríveis mas que parecem nem se esforçar para atuar de verdade, e em sua maioria parecem sempre pecar ao manter um tradição do século passado de roteiros desatualizados, retos e sem nenhuma motivação a não ser entregar a premissa apresentada no início do filme. Tudo bem que exista um mercado para isso, mas o custo de US$ 100 milhões não bate quando a bilheteria é de apenas US$ 120 milhões, não há lucro e mesmo mantendo uma tradição, a casa do Mickey poderia ter um pouquinho mais de cuidado para criar roteiros pelo menos mais intrigantes.

Uma Dobra no Tempo é igual a dezenas de outros filmes dos anos 80 da mesma Disney, como na franquia A Montanha Enfeitiçada, filmes ótimos para sua época com roteiros que cabiam neste período, mas que agora não entretém ninguém. Repetir esse mesmo trabalho no nosso século é ter mais de menos, apenas porque é um padrão Disney e ter a obrigação de contar a mesma história sempre.

Para terminar, vamos ao elenco caríssimo, a apresentadora Oprah Winfrey como a Senhora Qual, Reese Witherspoon (Legalmente Loira) como a Senhora Queé, Zach Galifianakis (Se Beber não Case) como o Medium Feliz, Chris Pine (Mulher Maravilha e Star Trek) como o Dr. Alexander “Alex” Murry e Michael Peña (Homem Formiga e A Ilha da Fantasia) como o Red.

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