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Robin Williams: um legado que nem a morte apagará.

Por: Franz Lima.

Ontem foi um dia triste. O dia 21 de julho seria aquele em que comemoraríamos os 66 anos de vida do ator Robin Williams. Entretanto, a morte o levou em 2014 e toda a alegria que ele poderia ainda proporcionar foi interrompida.

Robin marcou muito a minha vida por suas interpretações marcantes, emocionantes e emocionadas. Personagens como Hunter Adams (Patch Adams), Adrian Cronauer (Bom dia, Vietnã), John Keating (Sociedade dos Poetas Mortos), o Gênio (Alladin), Dr. Malcolm Sayer (Tempo de Despertar), Parry (Pescador de Ilusões), Daniel Hillard/Mrs. Doubtfire (Uma Babá quase Perfeita), Alan Parrish (Jumanji), Sean Maguire (Gênio Indomável), Andrew Martin (O Homem Bicentenário), entre outros, dão uma pequena ideia da genialidade dele como ator. Robin Williams foi, antes de mais nada, um homem comum, suscetível aos problemas que todos nós também podemos ter. Ele foi um grande amigo do ator Christopher Reeve e mostrou respeito e amizade ao permanecer ao lado dele até o fim. Também atuou em causas humanitárias e fundou uma organização filantrópica destinada a arrecadar fundos para instituições de caridade. Foi um dos atores de sucesso que mais ajudou outros companheiros de profissão.

Ele cometeu erros como qualquer outra pessoa, mas isso não o impediu de buscar a melhora.  Seu sucesso foi reconhecido com a mítica estrela na Calçada da Fama, além de ter suas mãos e pés marcados lá. Alguns de seus filmes marcaram pela emoção extrema e frases como “Isto fica feliz em ser útil” (O Homem Bicentenário) e “Carpe Diem (Aproveitem o dia)” que ganharam peso graças às suas atuações. Impossível não rir com suas piadas em Bom dia, Vietnã ou em Jumanji. Atuou no teatro, fez shows de stand-up e era dublador. Aliás, sua atuação ao dublar o Gênio em Alladin é uma das mais marcantes no cinema, pois ele deu vida a um personagem inesquecível da Disney, fato reconhecido ao ser incluído no Hall da Fama da Disney. Fã de games, Robin chegou a dar o nome de Zelda para sua filha. O cara era demais.

Robin tirou a própria vida, talvez em função de uma doença degenerativa que o levou à demência. Seja como for, ele se foi e deixará saudades. Mas também deixou um legado de filmes, vozes e humor inigualáveis. Mais do que um ator, ele alcançou o patamar de gênios como Jerry Lewis, Charlie Chaplin, Oscarito e Cantinflas. Está imortalizado em nossas mentes e corações.

Vou interromper esta breve homenagem para assistir novamente a um dos filmes dele que mais gosto: Bom dia, Vietnã. É hora de abandonar a saudade e rir de novo com esse gente boa que continua alegrando meus dias tristes. Descanse em paz, amigo.

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