Pro Evolution Soccer (2001 – 2019) - NoSet
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Pro Evolution Soccer (2001 – 2019)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Moura e agora você pode me acompanhar no instagram como marcelo.moura.1253. Hoje falaremos de um sucesso dos games modernos, que acompanho desde o Playstation 1 até o PS4 e não perco uma edição. Hoje é dia de Winning Eleven, ou para você adolescente, Pro Evolution Soccer, o nosso PES.

Pro Evolution Soccer: Pro Evolution Soccer ou como também foi conhecido, “World Soccer Winning Eleven”, é uma série de games para futebol, produzidos e publicados pela Konami. A série tem sido produzida sobre a orientação de 3B The Kop. Todos os anos é lançado um jogo entre setembro e outubro, com dois títulos diferentes: World Soccer: Winning Eleven no Japão, e Pro Evolution Soccer nos outros países. A versão japonesa é uma versão que foi produzida para somente o Japão e que contém as ligas nacionais. Em 2007, a série começou a usar o nome Winning Eleven: Pro Evolution Soccer no mercado americano, mudando novamente em 2008 para Pro Evolution Soccer, eliminando de vez o apelido Winning Eleven. O jogador Lionel Messi já foi a capa da série, aparecendo nas estampas dos games, em campanhas de promoção e publicidade de 2012 a 2014. No PES 2015 foi substituído pelo alemão Mario Götze, no PES 2016 é o brasileiro Neymar Jr, em 2017 a capa foi do time catalão e a edição de 2018 tem o Philippe Coutinho como estrela do game eletrônico e também tem o novo patrocinador que é o São Paulo FC o clube brasileiro que assinou o contrato de dois anos com o PES. Em dezembro de 2011, a série estava localizada em 19 línguas e disponível em 62 países. Em dezembro de 2012, já tinham sido vendidas mais de 81.65 milhões de cópias de jogos Pro Evolution Soccer, fazendo dela uma das séries de videojogos mais vendidas de sempre.

My PES: Minha Visão do Game de 2001 – 2019: Onde você estava na virada do século? Eu estava em Teresópolis – RJ, com meu amigo Gil Lage, caminhando pela cidade matando o tempo em uma tarde fria comum a cidade. Viciado em games, que fui da geração do Telejogo, Atari e PC, em qualquer tipo de futebol que via, principalmente na franquia do Fifa desde 1993 da empresa EA Sports e Eletronic Arts, vi em uma loja de games um jogo que não conhecia. Era um jogo de seleções, com narração em japonês, mas com um estilo e visual surpreendentes, gráficos interessantes e com uma jogabilidade que me interessou. O Winning Eleven me conquistou e a melhor maneira de explicar isso é dizer diretamente que o jogo sempre foi mais real do que os árcades concorrentes. Como exemplo, a quantidade de gols perdidos no PES é muito maior do que no Fifa ou em outros jogos, e o placar sempre mais apertadoi, pois a concorrência usa o marketing dos grandes gols e goleadas. No PES vale muito a marcação do que somente o ataque. Se você nunca jogou, demora uns três jogos para marcar gols e um pouco mais para ganhar, dependendo do nível que escolher. Me lembro claramente dos piores gráficos e jogadores fantasmas que atravessavam os adversários em outros games, além da trave quadrada na versão do PC do concorrente já citado no final dos anos 90, que quase me fez desistir dos games de esportes. Joguei meu primeiro WE de seleções e depois usei o da Liga Japonesa e era divertidíssimo, fazia um barato. Jogo divertidíssimo, que mesmo em japonês, com poucos times conhecidos, fazia valer cada momento do PlayStation 1. Era incrível jogar campeonatos e torcer pelo ranking de maior artilheiro, melhor passe e melhor time.

Alguns anos após, já morando em São Paulo, evolui para o PlayStation 2 e não deixei para trás meu Winning Eleven. Uma melhora profunda nos jogadores, a eliminação de jogados pré-determinadas que facilitavam o gol, como o “one-two”, tornaram o jogo mais real ainda. Ainda que esta não fosse a melhor versão do PES, que apresentou muitos erros principalmente por causa do console, que prometeu demais e não deu aquele tom de real, ainda nos gráficos 3D que lembravam demais o 2D, o game ainda era o meu preferido, mesmo que mantivesse sempre seu maior concorrente ao meu lado para de vez em quando jogar com outras versões, pois nessa época a briga das maiores concorrentes era boa. O jogo já trazia campeonatos nacionais, jogadores famosos e copas do mundo, tudo bem moderno, mesmo para um jogo ainda longe do que o futuro nos reservava.

Já no Play 3 WE traz lembranças incríveis, pois foi nele que meu filho aprendeu a jogar o game e isso me marcou profundamente. Já chamado de PES, o jogo evolui incrivelmente no gráfico, introdução de banco, juiz e técnico no campo, mas o que mais posso dizer que fez a diferença está no Modo Carreira – Rumo ao Estrelato. Foi a evolução do game a um dos conceitos que mais amava do RPG, a evolução de um personagem em um ambiente aberto. Não posso esquecer de dizer que sou fá de RPG e que joguei por anos o Fifa Manager, entre outros managers de soccer, além dos conhecidos Diablo, Warcraft, entre outros da Blizzard. Mas ser um jogador em evolução em um time me impressionou muito. Ver meu filho me perguntar se deveria aceitar uma proposta de transferência para um ou outro clube era demais, além de você escolher a posição que quer jogar, o estilo do jogador, cor, altura e cabelos tornou a experiência muito mais próxima de uma carreira de futebol que um game poderia prestar de esportes

Então chegamos ao PES 2018 e agora o 2019 no PS4. Quando dizia que nada me encantaria mais nos games modernos, meu irmão Richard e meu filho Matheus me mostraram o My Club on line. Meu Deus, foi amor a primeira vista. Tudo é grandioso, principalmente quando falamos das possibilidades que um jogo pode nos oferecer em um universo on line. Você pode escolher técnico, jogar On Line, contratar um jogador, cuidar das finanças do Clube, renovar ou dispensar quem quiser, tudo dentro dos parâmetros do game, simplesmente único. Como já tinha dito, eu que fui fã do Fifa Manager e que joguei por anos no celular o Top Eleven e até me aventurei ano passado no PES 2018 para celular, me vi em um delicioso universo que sempre amei. Perder ou ganhar agora não é mais consequência somente de sua habilidade, mas de dinâmica, destreza e um pouco de sorte de como você trabalha no seu clube, que pode ser até mesmo uma seleção mundial ou um clube do coração. Tudo isso faz, para mim, do PES, o jogo do ano, e que quero jogar cada vez mais este ano. Que venham os próximos anos.

 

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