Convergência (DC Comics - 2016) - NoSet
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Convergência (DC Comics – 2016)

Salve Nosetmaníacos. Noset leu o arco da DC e não indica.

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Convergência (DC Comics – 2016):

Convergência é arco publicado em várias revistas da DC Comics, iniciado em 2016, onde em uma série de histórias, se reúnem personagens que estão fora da atualização da editora, Os Novos 52, misturando várias fases descontinuadas, heróis de outras editoras adquiridas, universos paralelos ou grupos que não existem mais, para novamente viver uma aventura. A saga envolve um personagem principal, Telos, que determina as batalhas centrais entre personagens ou grupos de várias linhas e universos, aprisionando-os em cidades cúpulas em um planeta fora do tempo e espaço. Esses diferentes heróis e vilões devem se enfrentar neste planeta amalgamo para saber qual é digno de viver e qual deve ser apagado do continuo.

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Sinopse:

Sim, você já viu algo parecido em outras sagas com muito mais qualidade como Guerra Secretas da Marvel ou Crise das Infinitas Terras da DC. Um ser, cujas alterações visuais parecem refletir as diferentes encarnações do próprio Braniac no multiverso DC, se revela como Telos, um servo e a encarnação viva do planeta onde Braniac guarda todas as informações que colhe de cada planeta que dizima no multiverso. Telos aguarda o retorno do seu mestre e após um longo tempo, começa a tomar decisões por conta própria. Cria um plano para que todos os heróis e vilões cativos do Multiverso em seu mundo lutassem entre si pela supremacia. Esta história é revelada após um confronto como atual Superman do universo 52. Na sequencia, após capturar um mundo que estava prestes a ser destruído por Darkseid, Telus enfrenta os heróis da Terra 2 e depois de uma breve luta, descobre sua verdadeira origem e função no multiverso.

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Crítica:

Uma ideia ruim até que pode gerar boas histórias, só que no caso de Convergência com um resultado final péssimo e irrelevante para o continuo da DC e seus personagens. Esta é a verdade por detrás da série Convergência, uma visita ao Museu da DC de Personagens descontinuados. A série tem até momentos interessantes ao revermos grupos e personagens antigos que foram apagados do universo em Crises, como os Novos Titãs Originais, Batman e a Mulher Maravilha do Flashpoint, Superman casado com uma Lois Lane grávida, o antigo Capitão Átomo, Besouro Azul Original e Gladiador Dourado, Nuclear Original, a Família Shazam, Hal Jordan na fase Paralaxx e por aí vai, mas é só isso mesmo.

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São histórias sem sentido, com um início filosófico sobre o porque estamos aqui, mas que terminam com muita porrada até que um sacrifício seja feito para o bem geral, como na história do Flash VS o mago Superman (sim, existe um mago Superman), que não influenciam em nada o universo DC, e se você não ler, não vai saber nem que existiu. Convergência lembrou muito as HQs Contagem Regressiva que não terminei de ler por achar chato, ou a própria Crise Final, onde muitas vezes era um enche linguiça tremendo. O fraco vilão Telos, até que na história que conta a origem da Convergência, onde enfrenta o Superman promete ter um interessante conteúdo, pois como guardião, tem todos os conceitos do multiverso em si, mas é só até ai que vai e depois de vilão se transforma em vítima e até herói.

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Nenhuma história que se preza pode se dar ao luxo de não ter um vilão a altura, e Darkseid, que fez até uma ponta, ou Anti Monitor, ou até mesmo o prórprio Braniac que também faz uma ponta, fizeram falta. Voltando a Telos, o seu conhecimento do multiverso só serve para revelar seu passado, do resto é muita bordoada sem nenhum conteúdo, uma quantidade exorbitante de versões de heróis e vilões, sem nada a acrescentar e no final o universo volta ao normal. Concluindo, nenhuma diferença ao Universo DC a não ser reviver o multiverso e explorá-lo.

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Att.
Marcelo The Moura.

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