Transcendence (2014): - NoSet
Cinema

Transcendence (2014):

Salve Nosetmaníacos. Noset assistiu ao filme e indica, com reservas.

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Transcendence: A Revolução (2014):

Direção Wally Pfister, produção Broderick Johnson, Andrew A. Kosove, Kate Cohen, Marisa Polvino, Annie Marter, David Valdes e Aaron Ryder, produção executiva Christopher Nolan e Emma Thomas, roteiro Jack Paglen, elenco Johnny Depp, Morgan Freeman, Rebecca Hall, Kate Mara, Cillian Murphy, Cole Hauser e Paul Bettany.

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Sinopse: Dr. Will Caster (Johnny Depp) é um pesquisador de inteligência artificial que se esforça para criar uma máquina que possui sensibilidade e inteligência coletiva. As suas experiências controversas tornaram-no famoso mas também no principal alvo de extremistas contra a tecnologia. Sendo assim, sofreu uma tentativa de assassinato que quase o matou. Então sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu amigo Max Waters (Paul Bettany) aplicam a experiência que transfere sua consciência para a máquina. Agora Caster tenta convencer sua esposa a conectá-lo na internet para tornar-se poderoso. Ao perceber a catástrofe que isso pode ocasionar, cabe a Evelyn tomar decisão.

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Crítica: Transcendence é uma tremenda salada de frutas onde se mistura suspense, ficção científica e romance. Produção inglesa, chinesa e americana, é um Matrix ou um Tron romântico, onde o foco do filme é a crença da humanidade. Somos preparados para a mudança? Não há grandes cenas de perseguições ou mesmo efeitos especiais grandiosos, mas pontos de vista diversos que dominam a mente humana sobre tecnologia e a imortalidade da alma. Com orçamento na casa de US$ 100 Milhões, o filme rendeu somente a receita de $104 milhões e não agradou ao público e a crítica em geral. Walter Pfister, mais conhecido como Wally Pfister, é diretor de fotografia e cinema, mais conhecido por trabalhar em todos os filmes do diretor Christopher Nolan, com a exceção de Following, faz aqui um filme profundo e quase poético. Trabalhar com atores tão grandiosos deve ter sido muito difícil e talvez seu maior pecado seja o de não dar muita profundidade ao elenco, que gira em torno de Depp o tempo todo. Talvez culpa do roteiro de Jack Paglen que trabalha mais com a dúvida que o roteiro causa do que com os conflitos dos personagens. O mega ator de Piratas do Caribe John “Johnny” Christopher Depp II é ator, músico, produtor e diretor de cinema. Depp está bem a vontade em sua atuação, mas isolado do resto do elenco deixou a desejar, que é quase um monólogo pela falta de química com uma fraquíssima Rebecca Hall. Rebecca Marie Hall é uma atriz inglesa. Filha da cantora de ópera Maria Ewing e do diretor teatral Peter Hall, em 2003, Hall conquistou o Prêmio Ian Charleson por sua performance de estreia no teatro, numa produção da peça Mrs. Warren’s Profession. Hall não emociona no filme e deixa seu personagem em segundo plano, falta emoção e a atriz não convence que sua perda foi tão importante para as decisões que toma no roteiro. Não é claro quando ela se leva pela emoção ou razão, ou se em algum momento existe razão pelo que ela está fazendo. Parece apenas um robô. Paul Colt McEnroe Bettany é um ator britânico extremamente versátil. Fez ótimos filmes como Uma Mente Brilhante, Coração de Cavaleiro, Dogville, O Turista, Padre e Código Da Vince. Está bem no papel, mas contracenar com Hall e Kate Mara apagadas não ajudou. Morgan Porterfield Freeman, Jr, é ator, produtor, narrador e diretor. Ele é mais conhecido pelas atuações em Driving Miss Daisy, Glory, Robin Hood: Prince of Thieves, Unforgiven, The Shawshank e é um dos atores que mais gosto de assistir atuando, mas aqui o roteiro não ajudou e ficou superficial, quase fazendo uma ponta no filme. Cillian Murphy é um ator em ascensão e músico irlandês. Fez vários filmes que chamaram a atenção para sua boa atuação como Batman, A Origem, In Time e Cold Mountain. Aqui atua com a competência de sempre.

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Att.

Marcelo The Moura.

1 Comentário

1 Comentário

  1. Italibi Bautista Configurações

    25 de outubro de 2016 em 12:34

    Eu não posso dizer que eu amo, mas é um filme costumava sair. Transcendência ou Transcending (a propósito aqui eu pendurá-los no site oficial com o seguinte cronograma: http://www.hbomax.tv/movie/WHL230260) é um filme muito estranho futurista curto prazo representava um futuro muito sombrio para toda a humanidade; e esta catástrofe não é causada por zumbis, mutações genéticas ou estrangeiros, mas sim o homem em sua busca eterna para criar homens de super, uma corrida sem limites para alguns extremistas e fanáticos poderia ser classificado como deuses.

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