Once Upon Deadpool: 2018 - NoSet
Cinema

Once Upon Deadpool: 2018

Salve Nosetmaníacos, e não é que a FOX convidou o Noset e o Marcelo Moura para assistir a pré estréia de Era Uma Vez Deadpool. Eu, que já tinha assistido pré estréias de Aquaman (Warner/DC), O Quebra Nozes (Disney) e  Aranhaverse (Marvel) e me acostumei com “aquele farto café da manhã para críticos”, descobri que a FOX só da suco de laranja para os críticos de cinema, nem pipoca tinha. Mas, vamos falar do filme que é muito bom e esquecer que é um filme franqueado pela FOX, como diria o super herói mais tagalera da Marvel.

Era uma Vez um Deadpool (2018)

Data de lançamento 27 de dezembro de 2018, com 1h 56min, direção: David Leitch, elenco Ryan Reynolds, Fred Savage e  Josh Brolin, baseado no personagem da Marvel Comics e distribuído pela Fox.

Sinopse: Determinado a provar que Deadpool 2 é um filme para toda a família, Wade Wilson (Ryan Reynolds) limpa todos os palavrões e sangue da narrativa e sequestra o ator e diretor Fred Savage para reencenar A Princesa Prometida. Sem poder se desvencilhar das amarras, Savage é obrigado a ouvir o “conto de fadas” do Mercenário Tagarela, incluindo sua luta com Cable (Josh Brolin) e a formação da X-Force.

Curiosidades: Fred Savage, nascido em Chicago, Illinois, em 9 de julho de 1976, é um ator, produtor e diretor norte-americano, mais conhecido por seu papel como Kevin Arnold na série The Wonder Years (Anos Incríveis). Nos anos seguintes, dirigiu e produziu inúmeros episódios de programas infantis, como Ned’s Declassified School Survival Guide, Hannah Montana e Phil of the Future, assim como as séries Ugly Betty e It’s Always Sunny in Philadelphia. Fred também apareceu em Family Guy. Atualmente ele está no elenco principal da série original da Netflix, Friends from College.

Nickelback é uma banda de rock do Canadá formada em Hanna em 1995 por Chad Kroeger, Mike Kroeger, Ryan Peake e Brandon Kroeger. O nome da banda vem do nickel (moeda de cinco centavos canadense) que Mike Kroeger frequentemente tinha de devolver no seu trabalho numa cafeteria (here’s your nickel back!). Nickelback é composto atualmente pelo vocalista e guitarrista Chad Kroeger, pelo guitarrista, tecladista e backing vocal Ryan Peake, o baixista Mike Kroeger e o baterista Daniel Adair. A banda passou por diversas alterações em sua formação entre 1995 e 2005, atingindo sua formação atual quando Daniel Adair substituiu o baterista Ryan Vikedal. Nickelback é um dos mais bem sucedidos grupos canadense e já vendeu mais de 60 milhões de álbuns ao redor do mundo, além de ser a segunda banda estrangeira que mais vendeu nos Estados Unidos nos anos 2000, atrás somente para The Beatles A Billboard elegeu Nickelback como o melhor grupo de rock da década e a música “How You Remind Me” como o melhor single de rock e quarto melhor single da década. Eles ficaram com o sétimo lugar na Billboard top artist of the decade (Melhor artista da década), com 4 álbuns entre os melhores. Atualmente grupo assinou contrato com a republic records que é a sua atual gravadora.

Crítica: Simplesmente hilário, a volta de Deadpool em um mesmo filme duas vezes é uma grande sacada de Ryan Reynolds e a FOX, que parece não ter fim nas piadas e tiradas do maluco personagem que quebra a quarta parede com facilidade e nos faz sentir como com um amigo na sala de cinema. Se você pensar que vai ser chato porque irá assistir pela segunda vez o filme (sexta no meu caso, incluindo versão estendida duas vezes), ledo engano, porque se dividirmos o filme em três partes, a primeira dessas são as hilárias, sarcásticas e sem limites tiradas entre Deadpool e Fred, que por várias vezes param o conto para conversar coisas que são apelações no roteiro, mas que ficam a parte para a trama rolar em um mundo de heróis adaptados de HQs. A segunda parte do filme tem cenas inéditas ou vistas de forma diferente, o que não deixa de ser muito bom, mas realmente temos a última parte como o mesmo filme, que ainda assim é legal de se ver no cinema.

De infantil eu posso adiantar que só a retirada das cenas violentas e de sangue, como por exemplo a cena da sauna como os lutadores de Sumo, mas fora isso Deadpool continua lutando muito e falando demais, mas agora a história está mais centrada no enredo principal, o que enxuga cenas desnecessárias, como em um “bom corte da Goblo em sua Sessão da tarde”. As cenas de humor são o ponto alto do filme e continuam acidas e bem daquele jeito de quebra da quarta parede  que gostamos e muito disso veio das ótimas piadas ou críticas sociais ao Canadá, ao roteiro do filme, aos poderes do Deadpool e principalmente sobre a FOX (que oferece um péssimo café da manhã para os críticos de cinema em suas cabines), da Marvel e sobra até para a Disney.

O filme tem uns cinco pós créditos, dois que já conhecíamos, mas um último no final, bem no final mesmo e é uma homenagem ao Mago das HQs da Marvel Stan Lee e que fez quase todos ficarem com lágrimas nos olhos. Não perca por que vale muito a pena.

 

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