Especial “Cine Terror” do Canal Brasil promete aterrorizar as madrugadas de sexta nos próximos três meses - NoSet
Cinema

Especial “Cine Terror” do Canal Brasil promete aterrorizar as madrugadas de sexta nos próximos três meses

O Canal Brasil vai dar um gostinho especial para seus telespectadores amantes do gênero de terror nos meses de fevereiro, março e abril. Todas as sextas, começando por amanhã, sempre à meia noite e quinze, o canal apresenta uma produção de terror nacional, alguns clássicos e outros inéditos.

Não poderá assistir nas sexta? Relaxem, na madrugadas do domingo para a segunda, às 2h, eles reprisam o filme apresentado na sexta anterior.

No mês de fevereiro os filmes apresentados serão:

  • “À Meia Noite Levarei Sua Alma” -> Foi a partir desse filme que o diretor, José Mujica Marins, passou a ser conhecido pelo personagem Zé do Caixão. Um coveiro sádico provoca o ódio da comunidade onde mora matando involuntariamente seus vizinhos. O objetivo é gerar um filho perfeito.
  • “As Boas Maneiras” -> Ana é expulsa de casa quando engravida fora do noivado, por isso passa a morar sozinha em um casarão. Depois de ter o bebê percebe que ele tem algumas características macabras.
  • “Vampiro 40º” -> Um traficante de drogas do Rio de Janeiro é transformado em vampiro, vai passar um tempo na Transilvânia. Quando volta para sua terra ele consegue se desvencilhar do que o controlava, mas ele também perde a memória com isso, travando uma batalha com aqueles que estavam no comando.
  • “Bellini e o Demônio” -> Um detetive com vício em álcool e remédios, que o deixa mais inconsciente do que consciente, enfrenta um caso no mínimo intrigante, o sumiço de um livro contendo rituais satânicos e de morte.

Em março e em abril os filmes serão Motorrad (2017), de Vicente Amorim; O Diabo Mora Aqui (2016), de Dante Vescio e Rodrigo Gasparini; Quando Eu Era Vivo (2014), de Marco Dutra; O Nó do Diabo (2018), de Ramon Porto Mota, Jhésus Tribuzi, Ian Abé e Gabriel Martins; Isolados (2014), de Tomás Portella; O Segredo de Davi (2018), de Diego Freitas; e o inédito A Mata Negra (2018), de Rodrigo Aragão.

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