The Founder (Fome de Poder - 2016): - NoSet
Cinema

The Founder (Fome de Poder – 2016):

Por Marcelo Moura

The Founder – Fome de Poder (2016): Dirigido por John Lee Hancock, produzido por Don Handfield, Karen Lunder, Jeremy Renner e Aaron Ryder, escrito por Robert D. Siegel, estrelando Michael Keaton, Nick Offerman, John Carroll Lynch, Linda Cardellini, Patrick Wilson, BJ Novak e Laura Dern.  Com um orçamento de US $ 25 milhões e uma péssima receita de US $ 21 milhões, The Founder é um filme biográfico americano e retrata a história da criação da cadeia de fast food do McDonald’s .

Sinopse: A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

Crítica: Fome de Poder é aquele tipo de filme que fracassa na bilheteria, apesar das críticas positivas, porque desagrada saber que uma das mais poderosas franquias foi criada por homens sem escrúpulos, que através de uma visão lucrativa, conseguem sucesso passando a a perna em vários outros. É o verdadeiro Sonho Americano e tem várias biografias cinematográficas que contam a mesma história como O Facebook, Steve Jobs, O vale do Silício, entre outros.  O diretor Handfield (Um Sonho Possível), que já teve uma boa experiência semelhante com o filme também biográfico Walt nos bastidores de Mary Poppins (2013), onde o diretor, de maneira mais simples, desmitifica novamente o Sonho Americano, contando uma história mais crua de homens e negócios. Talvez isso agrade tanto os críticos, mas desagrade tanto o público, principalmente o americano, mas que logo se torna Cult em DVD e se paga.

Do elenco vale a pena tirar o chapéu para a atuação e a reinvenção do ator Michael Keaton no papel de Ray Kroc. Keaton desfila talento a cada momento e a cena final, sem spoilers, no banheiro, demonstra porque se tornou um ícone do cinema e que agora com a maturidade, demonstra um talento dramático que nunca teve em sua fase comediante, Beatlejuice ou de Batman. Também gostei muito da atuação de John Carroll Linch, um dos irmãos Mac Donalds. A transição de donos do negócio próprio para franqueadores e enganados fora do negócio é sutil, mas forte demais.

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