A dama Meryl Streep - NoSet
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A dama Meryl Streep

MERYL-STREEP

Imagina-se que para chamar atenção é preciso ser escandalosa(o), essa diva de Hollywood mostra que não é preciso de nada disso, apenas de um talento único e versátil.

Já não é novidade que eu sou fã de Meryl Streep, falei dela algumas vezes por aqui, mas venho aqui falar um pouco da obra dela que a rendeu o prêmio Cecil B. DeMille, ou seja, conjunto da obra. Não tinha como eu não falar dela essa semana.

Antes de falar em alguns de seus filmes preciso falar da premiação. Só lembrando que Meryl já foi indicada 29 vezes ao Golden Globe, ganhando 8 vezes. Ah, e ela é canceriana, igual a mim (tinha que encontrar alguma coisa semelhante, né kkkk).

Primeiramente, sempre há alguém que introduz esse prêmio, alguém que fale da trajetória do(a) homenageada(o), para Meryl eles designaram outra poderosa, Viola Davis, que foi perfeita ao falar de como Meryl é importante para a carreira dela.

Prêmio entregue, era hora de Meryl Streep brilhar em seu discurso. Alguma dúvida de que ela arrasou? Mesmo sem voz ela conseguiu emocionar e arrancar algumas risadas. Somente algumas pessoas, como ela, conseguem alfinetar o governo sem ser deselegante, ela o fez mostrando que a arte, a verdadeira arte, dos EUA é feito por estrangeiros e eles são admirados pelos estadunidenses.

Enfim, é uma mulher incrível, com um talento que a permite fazer filmes dramáticos, que se tornaram clássicos, e cômicos com a mesma genialidade. Sim, ela já fez desde conservadoras, até uma freira, mas também dançou e cantou ABBA nas ilhas gregas!

Serão só cinco filmes, quatro deles são meus preferidos, apenas para dar um gostinho da sua genialidade. Existem muitos outros filmes maravilhosos, que eu amo, mas alguns eu já comentei aqui, como é o caso de “O Diabo Veste Prada”, mas aqui vão algumas obras primas segundo esta colunista que vos fala!

1- Sophie’s Choice (“A Escolha de Sofia” – 1982), esse foi o filme que a fez ganhar seu terceiro Golden Globe.

É a adaptação para o cinema do célebre livro de mesmo nome. É uma narrativa da sobrevivente Sofia, uma polaca, filha de pai anti-semita, que foi presa em um dos  cruéis campos de concentração da Segunda Guerra Mundial. Ela fala como foi ter que escolher, sob a pressão de um soldado nazista, um de seus filhos para morrer, estava sendo ameaçada perder os dois caso não fizesse esta escolha.

Honestamente, não assisti esse filme ainda (nem li o livro), mas precisava colocar esse filme na lista porque mostra a profundidade de Meryl. Além do que é um título que cresci ouvindo falar.

2- Falling in Love (“Amor à Primeira Vista – 1984)

Esse filme não é muito conhecido, apesar de contar com a presença, além da própria Meryl, de Robert De Niro, nem mesmo rendeu indicação ao Golden Globe, mas foi um achado do Netflix e é um ótimo filme.

A trama é sobre dois desconhecidos que se encontram por acaso em centro de Nova Iorque no meio das compras de Natal, eles acabam confundindo as sacolas e trocando seus presentes. Apesar de cada um ter um companheiro(a), um não saiu da cabeça do outro.

Eles se reencontram no trem que leva para Nova Iorque (eles moravam nas cidades ao lado, pelo o que entendi). Isso aproxima e faz com que cresça uma amizade colorida, vamos dizer. Inconscientemente, como se pode imaginar, eles se apaixonam. A questão a partir dali é saber qual a melhor decisão a se tomar, levando em consideração as pessoas que estão envolvidas.

3- She-Devil (“Ela é o Diabo” – 1989)

https://www.youtube.com/watch?v=ReJkANmM6kc

Ah, um clássica da Sessão da Tarde!!! Como todo clássica da Sessão da Tarde, está gravado na minha memória. Sim, fui “criança Sessão da Tarde” kkk.

Nessa trama Meryl interpreta Mary Fisher, uma romancista solteira, linda e rica. Ela começa a ter um caso com Bob, um executivo que até tem uma boa aparência, mas é casado com Ruth. Ruth é um típica dona de casa que meio que se esqueceu dela mesma, está acima do peso e não tem uma boa auto-estima.

Ao saber que foi traída pelo marido, Ruth se revolta e vira um verdadeiro diabo. Expulsa o marido de casa, que acaba se encostando na mansão de Mary, depois quem chega por lá são os filho. Resultado: a vida perfeita de Mary acaba em um inferno.

4- Julia e Julia (2009)

Nada melhor que um filme de culinária para abrir o apetite, não é? Esse filme vai muito além de culinária, fala de como as suas atitudes podem mudam a forma como é vista no mundo.

Meryl é Julia, a esposa de um diplomata estadunidense sediado na França. Julia se destaca, é um muito alta e espalhafatosa para o gosto francês, portanto não se encaixa muito bem no começo, logo procura alguma coisa para “matar o tempo”. Ela ama cozinhar, então começa a ter aulas em uma escola francesa frequentada, em sua maioria, por homens. Julia até se intimida, mas acaba se destacando. Formou-se chef e se uniu a duas amigas para fazer um livro de receitas francesas para americanas.

Esse livro tem uma importância impar, anos depois, para Julie, uma jornalista que está infeliz no trabalho e muito longe conquistar tudo o que sempre sonhou. Ela decide fazer um desafio: fazer todas as receitas do livro de Julia dentro de um ano. Ela registra tudo em um blog, que é bem subestimado no início, mas vira um sucesso.

Além de Meryl, o filme conta com Amy Adams, como Julie, Stanley Tucci, como seu marido, Paul, e Jane Lynch, como sua irmã, Dorothy.

5- Rikki and The Flash (Rikki and the Flash: De Volta para Casa – 2015)

Rikki é uma roqueira que não consegue fazer outra coisa, senão cantar e tocar para viver. Ok, agora ela e sua banda, The Flash, estão tocando só em um bar pouco frequentado, mas é o que ela ma fazer. O problema é que Rikki é Rikki, mas sim Linda.

Rikki é apenas um nome artístico que ela adotou depois de ter “abandonado” a família anos atrás. Seguinte, Rikki, quando ainda era Linda, conheceu Joe, que veio a se tornar um executivo “quadrado”, casa-se com ela e eles têm três filhos. Porém aquela vida de “classe média” era entediante para ela, logo ela foge para longe para continuar sua carreira.

Anos depois ela fica sabendo que sua filha está depressiva porque estava se divorciando do marido, que havia a traído. Rikki resolve rever sua família, tentar se re-aproximar dos filhos, mesmo sabendo que há muita resistência.

Vendo assim, parece um filme todo dramático, mas tem muito humor, a começar que Meryl está na pele de Rikki e praticamente irreconhecível, toda trabalhada no couro e no rock’n’rol!!

E aí? Prontos para assistir esse conjunto da obra? Já assistiu algum? Pois compartilhe comigo suas opiniões sobre essa diva!

Beijinhos e até próxima semana!

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