Código DaVince, Anjos e Demônios e Inferno de Dan Brown, Ron Howard e Tom Hanks. - NoSet
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Código DaVince, Anjos e Demônios e Inferno de Dan Brown, Ron Howard e Tom Hanks.

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e hoje falamos do personagem Robert Langdon de Dan Brown e Tom Hanks nos cinemas.

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O Código Da Vinci (2006):

Direção Ron Howard, produção Brian Grazer, Ron Howard e John Calley, roteiro Akiva Goldsman, baseado no Best Seller homonimo O Código Da Vinci, de Dan Brown. Elenco Tom Hanks, Audrey Tautou, Ian McKellen, Alfred Molina, Jürgen Prochnow, Paul Bettany e Jean Reno.

Sinopse: Robert Langdon (Tom Hanks) é um famoso simbologista, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador. A morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar. Em seu trabalho ele conta com a ajuda de Sophie Neveu (Audrey Tautou), criptógrafa da polícia. Porém o que Langdon não esperava era que suas investigações o levassem a uma série de mensagens ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci, que indicam a existência de uma sociedade secreta que tem por missão guardar um segredo que já dura mais de 2 mil anos.

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Crítica: Dirigido pelo ótimo diretor Ron Howard e com roteiro de Akiva Goldsman, ambos trabalharam juntos também em Uma Mente Brilhante, o filme com apenas o de US$ 125 milhões teve uma mega receita de US$ 758 239 851 e não só desbancou muitos filme de verão americano, como também trouxe de volta para as grandes bilheterias o ator Tom Hanks, que há muito não tinha um papel digno de sucesso e criou uma nova franquia de filmes ao bom estilo ação / suspense. Agora vamos por partes, o filme é bem dirigido por Howard, tem um roteiro que tenta ser simples, mas não é. Infelizmente os cortes do livro deixam muitos assuntos mais interessantes para fora e isso faz com que certas situações fiouem fora de foco ou sem uma importância chave, muito devido a diferença dada de “timing” do filme para o livro e pela dificuldade de se transmitir um tipo de pensamento visualmente falando e não como na leitura. Do elenco,Tom Hanks (O Náufrago) está perfeito no papel, parecendo que nasceu para isso, a grandiosidade que as cenas pedem é muito bem interpretada por ele. Ian McKellen (Hobbit, Senhor dos Anéis, XMen) é um gênio e suas atuações são fantásticas, dignas de um mega ator inglês e é ele que rouba o filme. Jean Reno (Missão Impossível, Ronin e 22 Balas) é um dos meus atores franceses preferidos em filmes de ação e está magnânimo entre a fé e a lei. Com tudo isso, o resultado final é maravilhoso e vale a pensa ser conferido, principlamente a cena da mansão onde ,Tom Hanks e Ian McKellen tem um debate sobre fé contra e história que com certeza, supera a do livro, principalmente pelos detalhes e a atuação desses semi deuses do cinema.

Curiosidades: Os direitos cinematográficos do filme foram comprados por 6 milhões de dólares. A filmagem estava programada para começar em maio de 2005 com o lançamento em meados de 2006; no entanto, alguns atrasos fizeram com que a filmagem começasse em 30 de junho de 2005. O Museu do Louvre permitiu a utilização de suas locações para a filmagem, enquanto a Abadia de Westminster negou o uso de suas instalações. No entanto, a Lincoln Cathedral concordou em atuar como substituta da Abadia de Westminster e relata-se que recebeu 100 000 libras em troca do direito de filmar lá. As filmagens na Lincoln Cathedral aconteceram em agosto de 2005. Certas cenas foram filmadas na Temple Church em Londres. O filme teve uma bilheteria tão boa, que confirmou a continuação de O Código da Vinci, o livro Anjos e Demónios de Dan Brown como a primeira aventura de Robert Langdon. Um livro não muito polêmico como seu sucessor. O livro foi escrito antes de O código da Vinci, apesar desse ter sido lançado primeiro como filme. Os atores franceses, como Audrey Tautou e Jean Reno foram sugeridos pelo presidente francês Jacques Chirac.[carece de fontes] Ron Howard foi obrigado a deixá-los entrarem no elenco, pois, somente assim seria possível conseguir uma autorização para filmar no Museu do Louvre, onde a história começa. O filme recebeu muitas críticas no Festival de Cannes. Fãs do livro de Dan Brown alegam que o filme não passa a verdadeira mensagem que o livro traz. Mesmo com toda essa crítica o filme foi recorde de bilheteria de, aproximadamente, US$ 760 milhões nas bilheterias do mundo inteiro. Membros da Igreja defenderam um boicote contra “O Código da Vinci” quando foi lançado em 2006, mas teve um efeito muito pequeno na popularidade do filme.A Organização Nacional para o Albinismo e Hipopigmentação (NOAH) dos Estados Unidos expressou sua preocupação sobre o personagem Silas relacionar uma imagem ruim aos albinos.

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Anjos e Demônios (2009):

Direção Ron Howard, produção Brian Grazer, Ron Howard, roteiro Akiva Goldsman e David Koepp, baseado no livro homonimo de Dan Brown, elenco Tom Hanks, Ewan McGregor, Ayelet Zurer, Stellan Skarsgard, Pierfrancesco Favino e Armin Mueller-Stahl.

Sinopse: Depois de um bizarro homicídio no CERN, na Suíça, Robert Langdon é chamado para investigar um desaparecimento meticulosamente planejado de uma substância perigosa conhecida como antimatéria. Para além disso, um emblema Illuminati queimado sobre o cientista morto reaviva a hipótese dessa sociedade secreta ainda existir, lançando Langdon numa procura às respostas das questões levantadas pelos recentes acontecimentos. A história é desenrolada durante o Conclave, diante de uma Roma que acompanha de perto a eleição papal e os misteriosos assassinatos de Cardeais.

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Crítica: Com um melhor orçamento de US$ 150 milhões, Howard e sua equipe tem muita dificuldade de conseguir manter o nível quase 100% de adrenalina que o primeiro filme lança ao seu público. Não que sua continuação seja ruim, pelo contrário, conseguiu a bela receita de US$ 486 milhões em todo mundo, tem a volta de Tom Hanks como Robert Langdon ao papéis e mantém a bela qualidade que precisa em sua atuação, mas o roteio é muito confuso e não ajuda. O apelo científico VS a religião envoilvendo o Papa e a Religião Católica como um todo no livro tem muitas vira voltas que não se encaixariam bem no cinema e isso já preocupou. A versão cinematográfica até tomou as decisões mais coerentes, mas mesmo assim não conseguiu ascender o interesse e a paixão do público, mesmo que o personagem de Hanks esteja fantástico, o resto não está. Gosto muito do ator camaleão Ewan McGregor, mas como o Camerlengo Patrick McKenna (Carlo Ventresca no livro) ele não convenceu como uma pessoa que deveria mexer com multidões e ser mais convincente e oportunista, acheio fraco para ser a contra parte de Hanks no filme e isso atrapalhou demais. Mas ainda sim uma grande aventura para ser visto.

Curiosidades: O diretor Ron Howard optou por trabalhar Angels & Demons como uma sequência do que como uma prequela, já que o grande público veio a conhecer este livro após o sucesso do primeiro filme. Howard aprovou a ideia de moldar Robert Langdon como um personagem mais maduro e confiante do que no primeiro filme.O longa de Anjos e Demônios apresenta algumas diferenças em relação ao livro, embora a trama principal permaneça a mesma. No livro, Vittoria Vetra é filha do pesquisador assassinado, que se chama Leonardo Vetra. No longa, não há essa relação de parentesco e o personagem tem outro nome, Silvano Bentivoglio. O diretor do CERN, Maximilian Kohler, que tem função importante no livro, ele é quem convoca Robert Langdon para o caso e também tem participação no desfecho da trama, não existe no filme. Suas ações são executadas por outros personagens. Além de Leonardo Vetra, outros personagens, como o camerlengo, também têm nomes diferentes. No livro, o camerlengo é um italiano chamado Carlo Ventresca. No filme, é um americano chamado Patrick McKenna. O L’Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, publicou um artigo, dizendo que a Igreja “não poderia aprovar” um filme tão problemático. O jornal de Turim La Stampa disse que o Vaticano iria em breve convocar um boicote contra o filme, ainda que no mesmo artigo o Arcebispo Velasio De Paolis tenha advertido contra o “efeito bumerangue”, que poderia chamar mais a atenção ao filme e até torná-lo mais popular. Produtores pediram permissão a autoridades da Igreja para filmar cenas de Anjos e Demônios no Vaticano, mas os pedidos foram negados. Membros da Igreja defenderam um boicote contra O Código da Vinci quando foi lançado em 2006, mas teve um efeito muito pequeno na popularidade do filme, baseado no best-seller de Dan Brown.

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Inferno (2016):
Direção Ron Howard, produção Brian Grazer, Michael De Luca e Andrea Giannetti, roteiro David Koepp, baseado no livro homonimo Inferno, de Dan Brown. Elenco Tom Hanks, Felicity Jones, Omar Sy, Ben Foster, Irrfan Khan e Sidse Babett Knudsen.

Sinopse:Robert Langdon acorda num quarto de hospital em Florença, sem memória do que aconteceu nos últimos dias. Ele se acha novamente na mira de uma grande caçada, mas com a ajuda da Dr. Sienna Brooks e do seu conhecimento em simbologia, Langdon ira tentar reganhar sua liberdade e memórias perdidas, enquanto resolve o enigma mais intrigante que ele já presenciou.

Curiosidades: Em 16 de Julho a Sony estabeleceu que o diretor Ron Howard voltaria a dirigir e completar a trilogia de Dan Brown no cinema com David Koepp escrevendo o roteiro e mais uma vez Hanks no papel principal. A Imagine Entertainment foi escolhida para produzir o filme e em 26 de Agosto de 2014, a Sony finalizou o acordo com Howard e Hanks, e decidiu que o filme começaria a produção em Abril de 2015 na Itália. Brian Grazer também foi escolhido para produzir o filme com Howard. Em Julho de 2013, a empresa Sony anunciou o filme para o dia 18 de Dezembro de 2015, para evitar conflitos com o lançamento de Star Wars: The Force Awakens o filme foi adiado para o dia 14 de Outubro de 2016. Houve uma reunião e o terceiro livro de 2009, O Simbolo Perdido, o terceiro de Robert Langdon foi descartado para roteiro devido as dificuldades de adaptação a produção fechou no quarto livro de 2013, Inferno. Segundo informações, a própria escolha viria de Hanks.

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