Bumblebee (2018) vs Herbie (1968) em Se Meu Fusca Falasse. - NoSet
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Bumblebee (2018) vs Herbie (1968) em Se Meu Fusca Falasse.

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Moura (Marcelo.moura.1253) e hoje vamos falar do reboot da franquia de Michael Bay e Spilerberg, que tem pontos positivos, mas também muitos negativos. Bumblebee é um filme norte-americano dirigido por Travis Knight e escrito por Christina Hodson. O filme deriva da franquia Transformers da Hasbro e se passa em 1987, 20 anos antes do primeiro filme da franquia, sendo assim uma espécie de prequela. O elenco é composto por Hailee Steinfeld, John Cena, Jorge Lendeborg Jr., Jason Drucker, Kenneth Choi, Gracie Dzienny, Rachel Crow e Pamela Adlon. As filmagens começaram em 31 de julho de 2017, em Los Angeles e San Francisco, Califórnia, que pela primeira vez não foi dirigido por Michael Bay (produtor) e foi  lançado em 25 de dezembro de 2018.

Bumblebee 2018:

Dirigido por Travis Knight, produção Michael Bay, Stephen Davis, Tom DeSanto e Lorenzo di Bonaventura, roteiro Christina Hodson, baseado nos personagens e bonecos Transformers da Hasbro. Elenco              Hailee Steinfeld e John Cena, companhias produtoras Di Bonaventura Pictures e Allspark Pictures, distribuição Paramount Pictures. Com um orçamento de US$ 137 milhões e uma receita até o momento de   US$ 66 milhões.

Sinopse: Em 1987, Bumblebee, um Autobot que a anos atrás lutou contra os Decepticons em seu planeta natal, Cybertron, encontra refúgio na pequena cidade californiana de Brighton Falls. Charlie Watson (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, encontra um Volkswagen Fusca. Após consertá-lo, Fusca se transforma, revelando ser Bumblebee. Ambos desenvolvem grande amizade enquanto são caçados por uma agência governamental: O Setor 7, liderado pelo Agente Burns (John Cena). Logo após fugirem da aldeia, eles descobrem que Bumblebee não é o único Transformer na Terra.

Crítica: Bumblebee, o reboot da franquia de Bay e Spielberg, tem pontos positivos e referências, que em momentos até superam sua franquia original, lembrando mais a inocência dos desenhos animados da TV, mas realmente não entendo o frenesi de tantos críticos falando que é uma novidade positiva e o reinicio de sucesso da franquia. O filme é óbvio e tem tantos erros de ritmo de sequencias que até desanima, fazendo o cinéfilo se perguntar se falta muito para acabar. Logo de cara, o novato diretor Travis Knight (ParaNormal) demonstra que sabe colar e copiar o que o cinema da década de 80 teve de bom, trazendo um filme mais clean (limpo), sem tanto peso visual e personagens robóticos na cena, um alívio sem tantas explosões. Essa mudança vem com objetivo trazer uma nova geração de fãs adolescentes e infantis ao universo dos autoboots alienígenas, dando mais importância a relação robô e humano, centrando em Bee e sua relação com a adolescente humana, a cantora e atriz Hailee Steinfeld. Outro ponto positivo está na trilha sonora do filme, baseado nas músicas também de sucesso dos anos 80, como em Dont You Forget About Me, mas como falei, essas colagens não são novidades e também foram já utilizados em séries de sucesso como Stranger Things da Netflix, mas valorizam o trabalho diretor que sabe entender a diferença de um filme “Speilbergniano” como em De Volta para o Futuro, com o moderno Transformers de Bay, e esse equilíbrio tão desafiador é o trabalho que Knight traz as telas. O novo visual de Bumbeblee  lembra  muito um outro Fusca na franquia de sucesso da Disney que iniciou em 1968, com o filme Se Meu Fusca Falasse, o famoso fusca Herbie. E tantas são as semelhanças para minha geração que em determinado momento saudoso, fiquei pensando se Herbie não era na verdade um Transformes disfarçado na Terra. Olha uma boa dica para u novo filme.

Agora, os pontos negativos também são fortes e podem levar a nova tentativa de franquia ao fracasso. Não é a primeira vez que essa sede de franquias derruba um filme e Bee tem os mesmo erros que outras franquias já cansativas. Assim como o excesso do Capitão Jack Sparrow em Piratas do Caribe, fez com que seu protagonista principal saisse da franquia, a inocência da nova franquia das Tartarugas Mutantes Ninjas também não colou, ambas cansativas no roteiro e sem propósito a não ser fazer dinheiro, Coube também a outra novata no mundo cinematográfico, Christina Hodson, cuidar de um roteiro desta nova empreitada dos Autoboots, onde inocência, amixade e explosões convivessem pacificamente. Mas Hodson perde uma grande oportunidade de cativar o público adulto, ao simplesmente esquecer que um grande vilão da mais dramaticidade a história, ou mesmo aproveitar e aprofundar as diferenças entre as gerações, como tecnologia e etc, trazendo mais graça ao filme. Apesar de ser repleto de referências, a roteirista torna a inocência da relação a premissa do roteiro principal e não o fundo de pano para uma história empolgante, e é ai que tudo desanda. Bee não desenvolve uma história, tem cenas de tirar o folego, nem do lado dos robôs e nem dos humanos, cansando o público pelo seu tamanho e lentidão. Resumindo, é uma história interessante dos anos 80, mas que não convence por demorar demais par ser contada nos anos 20.

Curiosidades: Em 12 de fevereiro de 2016, foi anunciado que o sexto filme da série Transformers. Transformers 6 seria lançado em 8 de junho de 2018, enquanto mais tarde foi revelado que o filme seria um spin-off sem título, com Bumblebee. Em 11 de novembro de 2016, a Deadline informou que a Paramount Pictures estava avançando com o projeto, revelando que Christina Hodson havia escrito o roteiro para o spin-off, e ela era uma das escritoras contratadas pela Paramount e Michael Bay para “sala de escritores”. Em 2 de março de 2017, o Deadline informou que Travis Knight foi contratado para dirigir o filme. Em maio de 2017, foi revelado que a história do filme seria ambientada nos anos 80, e que teria menos robôs. No mesmo mês, foi anunciado que seria intitulado como Transformers Universe: Bumblebee. Em junho de 2018, porém, após o lançamento do primeiro trailer do spin-off, o filme foi apresentado apenas com o nome Bumblebee.

 

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