Aladdin da Disney: De Robin Williams a Will Smith (1992 - 2019) - NoSet
Cinema

Aladdin da Disney: De Robin Williams a Will Smith (1992 – 2019)

Salve Nosetmaníacos, eu sou o Marcelo Moura e esta semana vamos falar um pouco mais da chuva de filmes live Actions das clássicas animações da Disney que fizeram do nosso século passado algo mágico, começando pela minha animação preferida Aladidin, que teve ninguém menos que, em todos os sentidos, o mágico ator Robin Williams no papel do hilário gênio, e que agora no remake, traz um dos melhores atores a altura de Williams, o gênio Will Smith,

Aladdin (1992)

Direção Ron Clements e John Musker, produção Ron Clements e John Musker, roteiro Ron Clements , John Musker, Ted Elliott e Terry Rossio, baseado no conto árabe Aladim e As Mil e Uma Noites. Narração Robin Williams, elenco Scott Weinger, Jonathan Freeman, Robin Williams, Linda Larkin, Frank Welker, Gilbert Gottfried e Douglas Seale, companhia produtora Walt Disney Feature Animation e distribuição Walt Disney Pictures e Buena Vista International. Lançamento nos Estados Unidos em 25 de Novembro de 1992 e no Brasil em 25 de Junho de 1993. Com um baixíssimo orçamento de US$ 28 milhões e um sucesso mundial de bilheteria com a receita de US$ 505 milhões, Aladdin é uma animação norte-americano de 1992 do gênero musical, aventura e fantasia, produzido pela Walt Disney. Foi o 31º filme animado da série de clássicos da Disney e fez parte da era conhecida como Renascimento da Disney. O filme foi dirigido por John Musker e Ron Clements, baseado no tradicional conto árabe Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, contido em As Mil e uma Noites.

A ideia original para se adaptar o conto partiu do compositor Howard Ashman. O roteiro foi esboçado três vezes antes do presidente da Disney, Jeffrey Katzenberg, concordar com a produção. Os animadores basearam seus projetos nos trabalhos do cartunista Al Hirschfeld, tendo sido utilizados computadores para colorir e para criar alguns elementos da animação. A trilha sonora foi escrita por Alan Menken e apresenta seis canções compostas por Ashman e Tim Rice, que assumiu após a morte de Ashman. Aladdin teve críticas positivas, apesar de alguns árabes considerarem o filme racista. Tornou-se o filme mais bem sucedido desse ano, faturando mais de 217 milhões de dólares nos Estados Unidos e mais de 504 milhões em todo o mundo. O filme ganhou também muitos prêmios, a maioria deles por sua trilha sonora. O sucesso de Aladdin fez com que muitos produtos inspirados no filme fossem lançados, tais como duas sequências lançadas diretamente em vídeo, The Return of Jafar e Aladdin and the King of Thieves, uma série televisiva, musical da Broadway, brinquedos, jogos eletrônicos, spin-offs e muitos outros produtos.

Sinopse: Em algum lugar do Oriente Médio do século IX d.C, Jafar, grão-vizir do Sultão de Agrabah, está tentando recuperar uma lâmpada mágica, contendo um gênio, que está localizada na Caverna das Maravilhas. Após ver uma tentativa fracassada de um ladrão a entrar na caverna, Jafar e seu papagaio Iago descobrem que somente uma pessoa generosa poderia entrar na caverna. Jasmine, filha do sultão, frustrada com sua vida no palácio, foge para o mercado popular de Agrabah. Lá, conhece o jovem de rua Aladdin e seu macaco de estimação, Abu. Os dois descobrem que têm muito em comum. Quando Aladdin é detido pelos guardas por roubar, Jasmine ordena a sua libertação, mas Jafar inventa mentiras e diz que o rapaz é o culpado pelo crime.

Curiosidades: Em 1988, o compositor Howard Ashman deu à Disney a idéia de uma adaptação animada de Aladdin em forma de musical. Após Ashman escrever algumas canções, junto com Alan Menken, e um tratamento, um roteiro foi escrito por Linda Woolverton, que havia trabalhado em Beauty and the Beast. Em seguida, os diretores John Musker e Ron Clements juntaram-se à equipe de produção, escolhendo Aladdin entre três projetos oferecidos, que também incluíam uma possível adaptação de O Lago dos Cisnes e King of the Jungle, que se tornaria O Rei Leão. Musker e Clements elaboraram um rascunho do roteiro e enviaram ao chefe de estúdio, Jeffrey Katzenberg, em 1991. Katzenberg achou que o roteiro “não engajaria” e só o aprovou após a dupla Ted Elliott e Terry Rossio terem-no reescrito.  Entre as mudanças, a mãe de Aladdin foi retirada da história, a princesa Jasmine tornou-se uma personagem mais forte, a personalidade de Aladdin foi reescrita para ser tornar “um pouco mais áspera, como um jovem Harrison Ford” e o papagaio Iago concebido originalmente como uma personagem “britânica” calma e séria, foi reformulada para ter um papel cômico depois de os cineastas verem Gilbert Gottfried, em Beverly Hills Cop II. Então, Gottfried foi escolhido para dar voz a Iago. Diversos personagens e elementos da história foram baseados na versão de 1940 de The Thief of Bagdad e muitos aspectos da história tradicional foram modificados para a adaptação animada, por exemplo, o cenário que antes era a “China” foi trocado pela fictícia cidade árabe de Agrabah.

Inicialmente Aladdin seria um jovem com treze anos, mas eventualmente foi decidido que ele teria dezoito. Aladdin foi projetado por uma equipe liderada pelo supervisor de animação Glen Keane, tendo sido originalmente concebido para se assemelhar com Michael J. Fox. Durante a produção, foi decidido que seu design seria mais infantil e não “tão atraente”, então a personagem foi redesenhada para conter elementos derivados do ator Tom Cruise e dos modelos de Calvin Klein. O design da maioria das personagens foi baseado nos desenhos do caricaturista Al Hirschfeld, que o designer de produção Richard Vander Wende considerou adequado para o tema, devido as semelhanças com as linhas arrebatadoras das miniaturas persas e da caligrafia árabe. O design de Jafar não foi baseado nas obras de Al Hirschfeld, porque o supervisor de animação da personagem, Andreas Deja, queria que ele fosse contrastante em relação às restantes personagens. Cada personagem foi animada separadamente, com os animadores consultando-se uns aos outros para fazerem as cenas onde as personagens se relacionam. Como o animador de Aladdin, Glen Keane, estava trabalhando na filial da Califórnia, Walt Disney Feature Animation, e o animador de Jasmine, Mark Henn, na sede da Flórida, Disney-MGM Studios, eles tiveram que freqüentemente telefonar, enviar fax ou projetos e discos um para o outro.

Musker e Clements criaram o Gênio com Robin Williams em mente; mesmo que Katzenberg tenha sugerido atores como John Candy, Steve Martin e Eddie Murphy, Williams foi convidado e acabou por aceitar o papel. Williams veio às sessões de gravação durante as pausas nas gravações de dois outros filmes estrelados por ele na época, Toys e Hook. Apesar de ser um filme de animação muitos dos diálogos de Williams foram lhe permitido improvisar as falas. Os produtores utilizaram muitas piadas internas e referências a filmes anteriores da Disney, como algumas “participações especiais” dos diretores Clements e Musker que também desenharam algumas personagens baseadas em empregados da Disney. Fera, Sebastian de A Pequena Sereia e Pinóquio fizeram breves participações, e as vestimentas do Gênio no final do filme, chapéu do Pateta, camisa havaiana e sandálias, são uma referência a um pequeno filme que Robin Williams fez para uma turnê da Disney/MGM Studios no final dos anos 80.

Em gratidão por seu sucesso com o filme da Disney/Touchstone Good Morning, Vietnam, Robin Williams dublou o Gênio pela tabela salarial da SAG (US$75.000), com a condição de que seu nome e sua imagem não fossem usados para marketing e que seu personagem (secundário) não teria mais de 25% de espaço na arte visual das publicidades, já que Toys foi programado para ser lançado um mês depois da estréia de Aladdin. Por razões financeiras, o estúdio voltou atrás no negócio em ambos os casos, especialmente no fato da arte dos cartazes terem apenas 25% da imagem do Gênio, com o espaço para as outras personagens principais e secundárias sendo considerado pequeno. O livro Aladdin: The Making Of An Animated Film da Disney Hyperion listou ambas as personagens de Williams “O Mascate” e “O Gênio” à frente das personagens principais, mas referiu-se a ele apenas como “o ator que assinou para fazer o papel do Gênio”. Robin Williams e a Disney desentenderam-se e, como resultado, Dan Castellaneta dublou o Gênio em The Return of Jafar, na adaptação televisiva de Aladdin e também gravou sua voz para Aladdin and the King of Thieves. Quando Jeffrey Katzenberg foi demitido da Disney e substituído pelo antigo produtor da 20th Century Fox, Joe Roth (cujo último ato pela Fox foi o filme Mrs. Doubtfire com Williams), Roth providenciou um pedido de desculpas público a Williams em nome da Disney. Williams concordou em participar de Jack da Hollywood Pictures dirigido por Francis Ford Coppola e, até mesmo, concordou em dublar o Gênio novamente para King Of Thieves (por consideravelmente mais do que a tabela salarial), substituindo todos os diálogos de Castellaneta.

Crítica Mundial: Aladdin foi bem recebido pela crítica especializada. O site Rotten Tomatoes reporta que 92% dos críticos deram uma resenha positiva ao filme, baseado em uma amostra de 51 análises com uma nota média de 8/10. Entre os “críticos mais importantes”, ele tem uma aprovação positiva de 100% a partir de dez críticas diferentes. A maioria dos críticos elogiou o desempenho de Robin Williams como o Gênio, com Janet Maslin do The New York Times declarando que as crianças “não precisam saber exatamente o que o Sr. Williams está evocando para entender o quão engraçado ele é.”O animador Chuck Jones da Warner Bros. até mesmo chamou o filme de “o mais engraçado já feito.” James Berardinelli classificou o filme com 3,5 de 4 estrelas possíveis, elogiando as “imagens nítidas e os números maravilhosas de música e de dança”. Peter Travers da revista Rolling Stone disse que a comédia do filme é acessível tanto para crianças quanto para adultos, uma opinião comum com Desson Howe do The Washington Post, que acrescentou ainda que “as crianças vão se encantar com a magia e a aventura.” Brian Lowry da Variety elogiou o elenco de personagens, descrevendo o expressivo tapete mágico como o “mais marcante”, e considerou que “Aladdin supera as muitas falhas em sua história graças à pura virtuosidade técnica.”  Alguns aspectos do filme foram amplamente criticados. Ed Gonzalez da Slant Magazine fez uma análise negativa, descrevendo o filme como racista, ridículo e que ele é “apenas uma desculpa para Robin Williams cometer um ato de circo narcisista.” A análise da IGN considerou que, além do Gênio e da cena da caverna em desmoronamento, Aladdin era “totalmente formulaico. Você sabe como tudo vai acabar, não contém surpresas, e neste assunto, muito pouco é realmente especial” e descreveu o elenco, especialmente os protagonistas, como personagens “marcadas pela mesmice”. Roger Ebert que no geral enalteceu o filme em sua crítica considerou a música inferior aos seus antecessores, A Pequena Sereia e Beauty and the Beast, e afirmou que Aladdin e Jasmine eram “pálidos e rotineiros”.

Aladdin também recebeu muitas indicações a prêmios, a maioria delas para as suas músicas. O filme ganhou dois Oscar, pela melhor trilha sonora e pela melhor canção original por “A Whole New World” e, ainda, recebeu indicações pela melhor canção (“Friend Like Me”), edição de som e mixagem de som (Terry Porter, Mel Metcalfe, David J. Hudson and Doc Kane). No Globo de Ouro, Aladdin ganhou o prêmio de melhor canção original (“A Whole New World”) e melhor trilha sonora, assim como um Prêmio Especial para Robin Williams e uma indicação a melhor comédia ou musical. Outros prêmios incluem o Annie Award pelo melhor longa-metragem de animação, um MTV Movie Awards pelo melhor desempenho cômico de Robin Williams, Prêmio Saturno pelo melhor filme de fantasia, pelo melhor desempenho de um jovem ator e ator coadjuvante, o melhor longa-metragem de animação pela Los Angeles Film Critics Association, além de quatro Prêmios Grammy, melhor álbum de trilha sonora, canção do ano, melhor performance pop por um duo ou grupo com vocais e melhor canção por “A Whole New World”. Os reconhecimentos do American Film Institute para o filme foram cinco indicações, nas categorias, os 100 mais engraçados as 100 melhores canções com a “Friend Like Me” e “A Whole New World” recebendo as indicações, os 10 melhores longas metragens de animação e os melhores filmes musicais.

Controvérsias: Um dos versos da canção de abertura “Arabian Nights” foi alterado por conta de protestos do Comitê Árabe-Americano Antidiscriminação. A letra foi modificada em julho de 1993 de “Onde eles cortam sua orelha caso não gostem de seu rosto” para “Onde é plana e imensa e o calor é intenso”. A alteração pode ser vista pela primeira vez no lançamento em vídeo de 1993. A letra original manteve-se intacta no lançamento da primeira versão da trilha sonora do filme, mas em seu relançamento a versão editada foi a utilizada. A regravação utiliza a voz original em todas os outros versos e, em seguida, uma voz visivelmente mais grave canta o verso editado. Por conta deste incidente, a Entertainment Weekly classificou Aladdin como um dos filmes mais controversos de todos os tempos. A ADC também reclamou do retrato das personagens principais Aladdin e Jasmine. Eles criticaram as características anglicizadas e acentos anglo-americanos de ambos, em contraste com as outras personagens do filme, que são de pele escura, têm sotaques estrangeiros e características faciais grotescas, e que as fazem parecerem com uns vilões ou alguém ganancioso. Os protestos também foram direcionados a outra cena. Quando Aladdin é atacado pelo tigre Rajah na sacada do palácio, ele calmamente diz “bom gatinho, saia e vá embora” e a palavra “gatinho” é sobreposta pelo rosnado de Rajah. Algumas pessoas relataram terem ouvido “adolescentes bonzinhos, tirem suas roupas”,  algo que eles consideraram uma mensagem subliminar à promiscuidade. Por conta da controvérsia, a Disney substitui a frase por “calma, gatinho” no lançamento do longa-metragem em DVD.

Entusiastas da animação têm notado semelhanças entre Aladdin e o filme de Richard Williams The Thief and the Cobbler (também conhecido como Arabian Knight sob licença da Miramax Films e The Princess and the Cobbler em seu lançamento pela Majestic Films International). Essas similaridades incluem um enredo similar, personagens semelhantes, cenas e desenhos de fundo, e o design que lembra um ziguezague do antagonista e os maneirismos do Gênio e Jafar. Apesar de Aladdin ter sido lançado antes de The Thief and the Cobbler, este último começou a ser produzido muito antes a década de 1960, mas encontrou muitas dificuldades, que incluem problemas financeiros, problemas com direitos autorais e atraso na produção causado por conta de estúdios independentes que tentaram terminar o filme depois de Richard Williams ter sido despedido do projeto por não conseguir conclui-lo. A versão final da Miramax (um estúdio que é propriedade da Disney) após a aquisição e reedição do filme, fez com que The Thief and the Cobbler fosse, por vezes, rotulado como uma cópia de Aladdin.

Os personagens de Aladdin, mais tarde, também fizeram um crossover com Hercules: The Animated Series e estrelaram como convidados em House of Mouse e nos programas relacionados a série — Jafar foi o líder dos vilões em Mickey’s House of Villains. O filme também inspirou uma apresentação no gelo da Disney on Ice, bem como duas atrações nos parques temáticos da Disney: “The Magic Carpets of Aladdin”, brinquedo semelhante ao Dumbo the Flying Elephant, disponível no Magic Kingdom na Walt Disney World Resort e no Walt Disney Studios Park na Disneyland Resort Paris e o espetáculo Disney’s Aladdin: A Musical Spectacular no Disney California Adventure.

Em novembro de 2010, Alan Menken confirmou que uma adaptação musical para teatro da série estava sendo trabalhada e que seria escrita por Chad Beguelin. O espetáculo esteve em exibição entre 7 e 31 de julho de 2011 no 5th Avenue Theatre, Seattle. Jonathan Freeman, que dubla Jafar no filme, participou na peça atuando com o mesmo papel. Adam Jacobs e Courtney Reed fizeram os papéis de Aladdin e Jasmine, respectivamente. Os outros atores incluem Sean G. Griffin como o Sultão; Don Darryl Rivera como Iago; e nos papéis de Omar, Babkak e Kassim — um trio de personagens originalmente concebidos pelos criadores do filme, mas que não foram utilizados — Andrew Keenan-Bolger, Brian Gonzales e Brandon O’Neill, foram, respectivamente, os responsáveis pelas atuações. A apresentação foi dirigida e coreografada por Casey Nicholaw. Outra produção do musical tem apresentações no The Muny em St. Louis previstas para os dias 5 até 13 de julho de 2012. A versão de Seattle reformulada para os palcos da Broadway, estreou em 20 de Março de 2014 no New Amsterdam Theatre, na Broadway, e foi indicado a 5 prêmios Tony: Melhor Musical, Melhor Libreto de Musical, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Ator Coadjuvante em Musical e Melhor Coreografia, vencendo em Melhor Ator Coadjuvante (James Monroe Iglehart).

Aladdin: O Retorno de Jafar (1994)

Direção Toby Shelton, Tad Stones e Alan Zaslove, roteiro Kevin Campbell, Duane Capizzi, Mirith J. Colao, Douglas Langdale, Mark McCorkle, Bill Motz, Steve Roberts, Dev Ross, Bob Roth, Robert Schooley, Tad Stones, Jan Strnad e Brian Swenlin. Elenco Jonathan Freeman, Scott Weinger, Gilbert Gottfried, Dan Castellaneta, Jason Alexander, Linda Larkin, Frank Welker e Val Bettin. Lançamento nos Estados Unidos em 20 de Maio de 1994 e no Brasil em 8 de Março de 1995, Aladdin and the King of Thieves é a continuação caseira da animação da Disney, Aladdin. Lançado diretamente em vídeo em 1994, e serviu como ponto de partida para a série de televisão Aladdin (que não falaremos aqui, apenas esta referência). É o segundo filme da trilogia, que se completa com Aladdin e os 40 ladrões. No Brasil, “O Retorno de Jafar” foi lançado pela 1ª vez em VHS em 1995 pela Abril Vídeo.

Sinopse: Ao final de Aladdin, Jafar fora tornado um gênio e por consequência, aprisionado em uma lâmpada junto com seu papagaio Iago. O Gênio azul arremessara essa lâmpada para longe, e esta acaba soterrada num deserto. The Return of Jafar começa com Aladdin atacando o ladrão Abis Mal e seu bando, e pegando os tesouros roubados. Algum tempo depois, Iago (ainda preso à lâmpada) escava seu caminho de volta à superfície. Jafar pede para Iago libertá-lo, mas o papagaio, cansado de ser abusado, resolve abandonar a lâmpada com o antigo mestre num poço, e volta voando à Agrabah. Tendo chegado, encontra Aladdin e salva-o de um ataque do bando de Abis Mal. Aladdin resolve acolher o papagaio a seu lado. Mais tarde porém, Abis Mal encontra a lâmpada de Jafar e liberta-o, e resolve colaborar com seus planos de vingança.

Aladdin e os 40 Ladrões (1996)

Direção Tad Stones, roteiro Mark McCorkle e Robert Schooley, elenco Robin Williams, Scott Weinger, Linda Larkin, John Rhys-Davies, Gilbert Gottfried, Jerry Orbach, Val Bettin, Frank Welker, Jeff Bennett e Jim Cummings. Lançamento nos Estados Unidos em 12 de Agosto de 1996 e no Brasil em 9 de Abril de 1997, Aladdin and the King of Thieves é uma animação da Disney e é o terceiro filme da trilogia iniciada com Aladdin, o clássico de animação dos estúdios Disney, de 1996 e foi lançado em VHS e DVD.

Sinopse: Aladdin e Jasmine finalmente decidem se casar, mas antes, ele deverá impedir que os quarenta ladrões roubem um de seus presentes de casamento, um misterioso oráculo, que pode levar a riquezas muito além da imaginação. Aladdin, Jasmine, Abu, o Tapete Mágico e o Gênio enfrentam perigos e fugas arriscadas durante uma verdadeira caçada ao rei dos ladrões e seu bando. Aladdin se vê num grande impasse e divide-se entre o dever e o coração ao saber que o rei dos ladrões Cassin é na verdade seu pai desaparecido que está em busca da mão de midas, uma relíquia antiga que transforma tudo em que toca em ouro.

Aladdin (2019)

Dirigido por Guy Ritchie, produzido por Dan Lin e Jonathan Eirich, roteiro de John August e Guy Ritchie, baseado em Aladim da Disney, Aladim e a Lâmpada Mágica das Mil e Uma Noites e Les mille et une nuits de Antoine Galland. Estrelando Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzar, Navid Negahban, Nasim Pedrad, Billy Magnussen e Numan Acar. Produção de Walt Disney, Rideback e Marc Platt Productions, distribuído por Estúdios Walt Disney. Com data de lançamento previsto para 24 de maio de 2019 nos Estados Unidos, Aladdin é uma adaptação live-action do filme de animação de 1992 da Disney com o mesmo nome , que por sua vez é baseado no conto popular árabe de As Mil e Uma Noites e na interpretação francesa de Antoine Galland .

Curiosidades: Em 10 de outubro de 2016, foi anunciado que Guy Ritchie iria dirigir um filme de ação live action de Aladdin com John August escrevendo o roteiro da Walt Disney Pictures e com Dan Lin como produtor. O estúdio disse que o filme seria uma versão “ambiciosa e não tradicional” do conto de Aladdin que manteria muitos dos elementos musicais do filme original. Em fevereiro de 2017, Lin disse que eles estavam procurando um elenco diversificado e que eles não tentariam “fazer o Príncipe da Pérsia “.  Uma chamada mundial para os papéis principais de Aladdin e Princess Jasmine começou em março de 2017, com a produção principal marcada para começar no Reino Unido em julho de 2017 até janeiro de 2018. Em 19 de abril de 2017, foi relatado que Gabriel Iglesias ou Will Smith estavam em negociações para o papel do gênio, para o qual este último foi confirmado em julho. Em maio de 2017, Jade Thirlwall estava em negociações para o papel da princesa Jasmine.

Em 11 de julho de 2017, foi anunciado que a produção principal de Aladdin havia sido adiada por um mês, até agosto de 2017, devido a dificuldades em encontrar o ator certo para retratar o papel principal. Mais de 2.000 atores e atrizes fizeram um teste para os papéis de Aladdin e Jasmine, mas encontrar um líder masculino do Oriente Médio ou de uma ascendência indígena na faixa dos 20 anos que pudesse atuar e cantar provou ser difícil. Naomi Scott e Tara Sutaria foram as duas últimas atrizes na disputa pelo papel de Jasmine, mas nenhuma delas poderia ser feita até que um teste de química fosse feito com quem fosse escalado como Aladdin. O estúdio estava interessado em lançar Dev Patel ou Riz Ahmed para o papel principal, mas nenhum deles foi considerado provável para obter o papel. No que se tornou a rodada final de testes de tela, os atores Achraf Koutet, Mena Massoud e George Kosturos ainda estavam na disputa pelo papel de Aladdin. No entanto, o estúdio começou a examinar fitas de audição antigas para o papel, não tendo ficado satisfeito com a última rodada de testes de tela.

Na D23 Expo de 2017, em 15 de julho, foi anunciado que Massoud havia sido escalado quando Aladdin e Scott foram escalados para Jasmine, encerrando uma ligação aberta de quatro meses. Em 17 de julho de 2017, foi anunciado que a Disney havia contratado Vanessa Taylor para polir o roteiro original em agosto, especificamente para fazer algum “trabalho de personagem” e o que é chamado de ” script doctoring “. Enquanto isso, Richie e o estúdio focaram em lançar os outros papéis principais com as filmagens programadas para começar em agosto em Londres. Em agosto de 2017, Marwan Kenzari se juntou ao elenco como Jafar, com Nasim Pedrad em um papel recém-criado como “uma empregada doméstica e amiga de Jasmine”, que servirá como “alívio cômico” e Numan Acar como Hakim. No mês seguinte, Billy Magnussen se juntou ao elenco em um papel recém-criado como o príncipe Anders ao lado de Navid Negahban como o Sultão. Em novembro de 2017, Robby Haynes foi escalado como Razoul .

Quando perguntado sobre o filme de Ritchie, Pasek & Paul o descreveram como “muito forte e cheio de ação”. Apesar dos relatos iniciais que diziam que não, os personagens animais Abu, Iago e Rajah do filme original aparecerão em algum momento. Em 20 de dezembro de 2018, Gilbert Gottfried disse que não foi convidado para reprisar seu papel como Iago.  Na 2017 na D23 Expo, Alan Menken anunciou que será co-autor de novas músicas para o filme com compositores de La La Land , Pasek e Paul. Menken também disse que incluirá as músicas do filme original escritas por Menken, Howard Ashman e Tim Rice. Pasek e Paul escreveram as letras de duas novas músicas. Um deles é um solo para o personagem de Jasmine, que Paul chamou de “uma bela música”, elogiando o canto de Scott como “incrível”.  A outra música é um novo dueto para Aladdin e Jasmine, que Paul se referiu como “uma música doce”. A dupla também escreveu uma nova letra para a música do filme original ” Arabian Nights ” Os efeitos visuais serão fornecidos pela Industrial Light & Magic e supervisionados por Michael Mullholland, Daniele Bigi e David Seager com a ajuda do DNEG , Nzviage e Proof.

Controvérsias: O filme atraiu críticas por sua decisão de adicionar um novo personagem “branco” no ator Billy Magnussen como o príncipe Anders, que fãs e críticos consideraram “desnecessário” e “ofensivo”, provocando acusações de “branqueamento” ao filme.  A decisão de contratar a atriz indiana Naomi Scott, que não é árabe e não é do Oriente Médio para interpretar a princesa Jasmine também atraiu críticas e acusações do mesmo porte, embora certos membros do elenco, particularmente Negahban e Pedrad,, são descendentes de iranianos, enquanto Acar é descendente de turcos. Em dezembro de 2018, Julie Ann Crommett, vice-presidente de envolvimento multicultural da Disney, disse que a decisão de escalar Scott como Jasmine reflete uma mistura ou associação de diferentes culturas em uma região ampla que consiste no Oriente Médio, Sul da Ásia e China. A intenção real para Agrabah era que fosse o centro da Rota da Seda e acrescentou que a mãe de Jasmine seria de uma terra que não era Agrabah. Em janeiro de 2018, foi relatado que estavam aplicando maquiagem marrom durante as filmagens para “se misturar”, o que causou clamor e condenação entre fãs e críticos, marcando a prática como “um insulto para toda a indústria”. “acusando os produtores de não recrutarem pessoas com herança do Oriente Médio ou do Norte da África. A Disney respondeu à controvérsia, dizendo: “A diversidade de nosso elenco e artistas de segundo plano era uma exigência e apenas em alguns casos quando se tratava de habilidades especiais, segurança e controle (equipamentos de efeitos especiais, dublês e manipulação de animais)”. Foram maquiados para se misturarem. ”

 

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